Fofoca, desmotivação, falta de estrutura... quem nunca passou por esse e outros problemas no trabalho? Confira dicas e soluções para enfrentar as situações mais comuns no seu emprego.
O barco está afundando
De repente, começaram boatos na "rádio-corredor" de que a empresa está prestes a abrir falência. Os funcionários passam a se assustar com o atraso nos salários e com a possibilidade de perder o emprego de uma hora para outra.
A atitude
Segundo a consultora Ana Luiza Ferraz, a solução está em colocar a história em pratos limpos: "Fale com seu chefe direto e exponha, com transparência, sua preocupação. A situação pode ser uma crise temporária ou não. Diante da resposta, você precisa decidir se continua lá - opção de muitas pessoas que têm um certo grau de carinho e envolvimento com a firma - ou se busca uma nova colocação (decisão de quem não pode correr o risco de ficar sem emprego)". Independentemente disso, Túlio Arakelin, da empresa de recrutamento AGP, diz: "Mantenhase sempre atualizada na profissão. Assim, será mais fácil se recolocar."
Falta infraestrutura na companhia
Recebeu ordens da chefia para realizar uma determinada tarefa. Porém, a empresa não dispõe do material ou equipamento necessário para cumpri-la a contento.
A atitude
"A companhia pede para fotografar um evento, mas não oferece a máquina fotográfica. Sim, você até pode levar a sua", diz Ana Luiza. No entanto, a especialista alerta: deixar em suas mãos a resolução de problemas desse tipo deve ter limite. Para o consultor Rogério Leme, é preciso analisar o momento. "Se a firma não oferece estrutura porque não tem condições, seja criativa para superar a crise. Mas se a questão se resume a diminuir gastos por ganância, negocie condições mínimas de trabalho com o gestor, lembrando sempre que a empresa deve ser a maior beneficiada".
Caí na boca do povo
Seus colegas de trabalho decidiram colocá-la na berlinda e você virou vítima de fofocas. Os boatos já chegam a incomodar e até atrapalhar seu desempenho profissional.
A atitude
Primeira atitude a tomar nesse caso: identifique quem está espalhando o falatório. Tente uma conversa com essa pessoa e exponha seu incômodo. Caso a fofoca seja mentirosa, converse com os outros colegas e esclareça os fatos. "Em último caso, procure seu chefe e relate a confusão. Não é o ideal levar a questão a ele, mas sofrer e prejudicar seu aproveitamento pode ser ainda pior", diz Ana Luiza.
Não aguento mais trabalhar tanto
Você acumula cada vez mais funções e já não consegue realizar o trabalho no tempo do expediente.
A atitude
Seja sutil ao levar o problema ao gestor. Afinal, se não souber expor a situação, a queixa pode soar como preguiça. "Liste suas tarefas nos períodos antes e depois desse acúmulo, mostrando o quanto a mais está trabalhando agora. A intenção é manter a qualidade das suas funções", diz Ana Luiza. Já Rogério sugere uma autoanálise. "Será que realmente estou executando muito trabalho ou ando desmotivada, sentindo que todas as atividades ficam nas minhas costas?" Reflita!
Querem que eu me demita
A empresa não quer mais seus serviços e a pressiona para pedir as contas.
A atitude
Você não tem obrigação de tomar essa decisão nem deve se sentir pressionada a fazer isso. "Peça demissão apenas se essa for a sua vontade e mostre que conhece bem seus direitos. Agora, se a companhia quer demiti-la, claro, ela pode fazer isso", explica Ana Luiza
Sejam bem vindos...
Este é um blog que se destina a informações sobre RH, visa discutir e compartilhar situações ou duvidas da área de RH.
Vamos agregar mais valores as organizações e efetivamente torna-mos um parceiro estrátegico.
Vamos agregar mais valores as organizações e efetivamente torna-mos um parceiro estrátegico.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Brincadeiras no ambiente de trabalho
Brincadeiras em hora inoportuna, erros em processos decisórios ou na execução de atividades e abuso de privilégios são sérias falhas que prejudicam tanto a empresa quanto o funcionário, podendo ambos terem sua imagem manchada.
Outro fator preponderante é o bom senso. É importante estar atento as suas atitudes, tomar cuidado com possíveis falhas, para aprender como evitá-las. Não é o fim do mundo errar, o grande problema começa no nosso enfrentamento do erro. Erros sempre ocorrerão, por mais cuidado que se tome.
O importante é definir um modo de enfrentamento da situação adversa, para que se possa corrigir da melhor maneira o erro, amenizar os danos e aprender com eles, para não cometê-los mais.
Os erros na fase germinativa devem ocorrer e não devem ser vistos de forma negativa, ao contrario devem ser usados como apoio para novas idéias ou deles devem ser extraídas informações relativas às diretrizes a serem tomadas. Um feedback negativo pode ser importante para uma mudança de rumo visando algo mais pratico e funcional. Caso não houvesse um erro, continuaríamos sempre caminhando na mesma direção, sem crescimento e aprimoramento. Precisamos aprender com os erros.
É importante errar. Se estamos sempre fazendo algo com o qual estamos totalmente habituados, nossa taxa de erro será pequena, porém estaremos errando pouco sempre “no mesmo”. Um inovador tem maiores chances de errar, pois está sempre na vanguarda, trabalhando em algo desconhecido.
Para finalizar a idéia, temos o exemplo da natureza. Não fossem as mutações genéticas (erros de reprodução dos genes) provavelmente não estaríamos aqui.
É interessante destacar o mandamento de Laroff: “Ser sério não é tão importante quanto levar a sério as coisas importantes”.
Outro fator preponderante é o bom senso. É importante estar atento as suas atitudes, tomar cuidado com possíveis falhas, para aprender como evitá-las. Não é o fim do mundo errar, o grande problema começa no nosso enfrentamento do erro. Erros sempre ocorrerão, por mais cuidado que se tome.
O importante é definir um modo de enfrentamento da situação adversa, para que se possa corrigir da melhor maneira o erro, amenizar os danos e aprender com eles, para não cometê-los mais.
Não é Proibido Errar
Sucesso e insucesso andam juntos. Para gerar uma boa idéia criativa, acaba-se muitas vezes, gerando equívocos. Nos acostumamos a evitar os erros a todo custo, uma vez que nos habituamos a não nos colocar em situações que possam gerar falhas. É importante acertar em determinadas atividades, onde erros não são permitidos, como na construção de uma ponte por exemplo, mas por outro lado, ao nos prendermos de forma incondicional a este paradigma estamos contornando a fase germinativa do processo de criação nos tornando incapazes de ver de forma crítica as normas e procedimentos usados para gerar as respostas.Os erros na fase germinativa devem ocorrer e não devem ser vistos de forma negativa, ao contrario devem ser usados como apoio para novas idéias ou deles devem ser extraídas informações relativas às diretrizes a serem tomadas. Um feedback negativo pode ser importante para uma mudança de rumo visando algo mais pratico e funcional. Caso não houvesse um erro, continuaríamos sempre caminhando na mesma direção, sem crescimento e aprimoramento. Precisamos aprender com os erros.
É importante errar. Se estamos sempre fazendo algo com o qual estamos totalmente habituados, nossa taxa de erro será pequena, porém estaremos errando pouco sempre “no mesmo”. Um inovador tem maiores chances de errar, pois está sempre na vanguarda, trabalhando em algo desconhecido.
Para finalizar a idéia, temos o exemplo da natureza. Não fossem as mutações genéticas (erros de reprodução dos genes) provavelmente não estaríamos aqui.
Produzir Brincando
O prazer é uma das motivações mais poderosas que existe, quem tem prazer de desempenhar suas atividades é capaz de se dedicar e criar mais. A brincadeira gera prazer e está intimamente ligada ao aprendizado. Um ambiente de trabalho divertido acaba sendo muito mais produtivo do que um ambiente rotineiro.É interessante destacar o mandamento de Laroff: “Ser sério não é tão importante quanto levar a sério as coisas importantes”.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
As vantagens e desvantagens de ser mulher no trabalho
Que a mulher tem um modo peculiar de fazer as coisas, ninguém discute. Que as empresas estão em busca de suas habilidades, também é fato. Mas será que esses talentos, sozinhos, garantem uma trajetória de sucesso? Veja a seguir
Talento de malabarista
A capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo sem deixar a peteca cair é uma das características femininas que o mercado mais persegue. Em uma simples viagem aérea, você comprova essa habilidade. Seja no escritório, seja na fábrica ou atrás do balcão, versatilidade vale ouro.
Onde mora o perigo: o risco é cair na tentação de dar um passo maior do que as pernas. Outro risco é entrar para a estatística das vítimas de stress.
Direto ao ponto
Mulher detesta perder tempo. Prática como ela só, amaldiçoa discussões longas e improdutivas. Já os homens esticam uma reunião e saem da sala com uma lista de coisas para fazer.
Onde mora o perigo: tudo bem que você seja prática e objetiva, rápida no gatilho para tomar decisões. Mas muito cuidado para não confiar demais no próprio taco, a ponto de achar que é a dona da verdade.
Olho para detalhes
O cérebro masculino se interessa menos por detalhes e é mais propenso a movimentos físicos maiores. Em territórios tradicionalmente masculinos, como a construção civil, mulheres que tiram partido desse dom se destacam.
Onde mora o perigo: o desafio é treinar a tolerância e não se deixar levar pela busca de padrões inatingíveis.
O precioso sexto sentido
A intuição já não é encarada como mera esquisitice. Na prática, significa, entre outras coisas, que a mulher percebe quando o clima está pesado antes que alguém se manifeste. E monitora, com mais facilidade, o bem-estar da equipe.
Onde mora o perigo: o problema começa quando a chefe deixa de ser compreensiva para se tornar condescendente, a ponto de permitir que assuntos domésticos se confundam com a rotina do trabalho.
O que acontece quando a sensibilidade é posta de lado
A consultora Stefi Maerker já viu muita executiva de primeiro escalão riscar do dicionário palavras como sensibilidade e intuição. "Elas batalham tanto para chegar lá que se tornam agressivas para se proteger. Não é por acaso que muitas secretárias não gostam de trabalhar para outras mulheres." A tendência, porém, é que esses recursos se tornem dispensáveis. Palavra de Max Gehringer: "As mulheres ainda vão criar e aperfeiçoar o estilo feminino de gerenciar. Quando acontecer, muita gente vai se perguntar: 'Será que os homens, agora, terão de se tornar mais femininos?'"
Talento de malabarista
A capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo sem deixar a peteca cair é uma das características femininas que o mercado mais persegue. Em uma simples viagem aérea, você comprova essa habilidade. Seja no escritório, seja na fábrica ou atrás do balcão, versatilidade vale ouro.
Onde mora o perigo: o risco é cair na tentação de dar um passo maior do que as pernas. Outro risco é entrar para a estatística das vítimas de stress.
Direto ao ponto
Mulher detesta perder tempo. Prática como ela só, amaldiçoa discussões longas e improdutivas. Já os homens esticam uma reunião e saem da sala com uma lista de coisas para fazer.
Onde mora o perigo: tudo bem que você seja prática e objetiva, rápida no gatilho para tomar decisões. Mas muito cuidado para não confiar demais no próprio taco, a ponto de achar que é a dona da verdade.
Olho para detalhes
O cérebro masculino se interessa menos por detalhes e é mais propenso a movimentos físicos maiores. Em territórios tradicionalmente masculinos, como a construção civil, mulheres que tiram partido desse dom se destacam.
Onde mora o perigo: o desafio é treinar a tolerância e não se deixar levar pela busca de padrões inatingíveis.
O precioso sexto sentido
A intuição já não é encarada como mera esquisitice. Na prática, significa, entre outras coisas, que a mulher percebe quando o clima está pesado antes que alguém se manifeste. E monitora, com mais facilidade, o bem-estar da equipe.
Onde mora o perigo: o problema começa quando a chefe deixa de ser compreensiva para se tornar condescendente, a ponto de permitir que assuntos domésticos se confundam com a rotina do trabalho.
O que acontece quando a sensibilidade é posta de lado
A consultora Stefi Maerker já viu muita executiva de primeiro escalão riscar do dicionário palavras como sensibilidade e intuição. "Elas batalham tanto para chegar lá que se tornam agressivas para se proteger. Não é por acaso que muitas secretárias não gostam de trabalhar para outras mulheres." A tendência, porém, é que esses recursos se tornem dispensáveis. Palavra de Max Gehringer: "As mulheres ainda vão criar e aperfeiçoar o estilo feminino de gerenciar. Quando acontecer, muita gente vai se perguntar: 'Será que os homens, agora, terão de se tornar mais femininos?'"
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Como se sentir satisfeita com o trabalho
Às vezes você sente vontade de largar tudo o que faz e fugir para uma praia, uma casa no campo, qualquer lugar, desde que muito distante do escritório. Quando esse tipo de sentimento se torna regra, é inútil fingir que as coisas vão bem e simplesmente tocar o barco em nome da sobrevivência. "Passar um terço do dia com a sensação de estar cumprindo uma pena é perda de tempo, de energia e, principalmente, de saúde", garante a psicóloga Ana Maria Rossi.
Qual seria a solução? Abandonar tudo e viver feliz sem dinheiro no bolso até encontrar o emprego dos sonhos? Não! Principalmente porque seu emprego - esse mesmo, que parece tão chato e incapaz de motivá-la - merece uma chance. Essa tese é defendida enfaticamente pelas americanas Beverly Kaye e Sharon Jordan-Evans, no livro Eu Amo Meu Trabalho - Como Fazer Isso Ser Verdade (Elsevier). Elas concordam que a felicidade profissional começa com a escolha certa da área para atuar, baseada em seus gostos pessoais. Mas, a partir daí, entram em jogo outros fatores decisivos, como criatividade e autoconhecimento. A primeira pergunta a fazer é: "O que consegue disparar seu coração no trabalho?"
Nem sempre a resposta está relacionada ao conteúdo das atividades. Há pessoas movidas a desafios; outras que só precisam de uma manifestação clara de reconhecimento; as que definham quando trabalham isoladamente; entre outras. Como raramente o superior tem sensibilidade para detectar o que motiva cada um dos subordinados, não vale a pena esperar por ele. É você mesma que deve assumir o controle da situação e abrir bem os olhos para encontrar as formas de regar essa possível história de amor com seu trabalho. "Alguns aspectos que nos desagradam envolvem chefes, colegas e subordinados, e isso muitas vezes não dá para mudar", comenta José Carlos Figueiredo, autor do livro Como Anda a Sua Carreira (Infinito). "Já a nossa postura profissional e pessoal pode sempre sofrer ajustes, e alguns deles fazem milagres. Ser positivo, por exemplo, é um bom começo."
Em seguida, experimente envolver-se mais. Nem que para isso você precise ousar um pouco e propor algo novo, como uma mudança de área. Gostaria de liderar uma equipe? Então, prepare o terreno para alcançar o que deseja. Procure fazer cursos, mostre que é capaz e que será mais útil nessa posição. "Para se motivar, nada como estudar os caminhos de crescimento", afirma Figueiredo. "Depois, é correr atrás deles e sempre comemorar cada vitória."
Leve em conta, ainda, a possibilidade de que a desmotivação seja consequência do cansaço e da tensão. "Alimentar-se mal, dormir poucas horas por noite e viver estressado é meio caminho para perder a satisfação com tudo, inclusive com o trabalho", garante Ana. Se, mesmo adotando as atitudes propostas, você continuar insatisfeita no trabalho, talvez seja hora de pensar seriamente em mudar de emprego. "Mas faça isso com calma, medindo sempre custos e benefícios", alerta José Carlos. Você precisa ter certeza de que a nova oportunidade que bate à sua porta vai realmente satisfazê-la, porque o verdadeiro sucesso de uma carreira é amar o que se faz.
Qual seria a solução? Abandonar tudo e viver feliz sem dinheiro no bolso até encontrar o emprego dos sonhos? Não! Principalmente porque seu emprego - esse mesmo, que parece tão chato e incapaz de motivá-la - merece uma chance. Essa tese é defendida enfaticamente pelas americanas Beverly Kaye e Sharon Jordan-Evans, no livro Eu Amo Meu Trabalho - Como Fazer Isso Ser Verdade (Elsevier). Elas concordam que a felicidade profissional começa com a escolha certa da área para atuar, baseada em seus gostos pessoais. Mas, a partir daí, entram em jogo outros fatores decisivos, como criatividade e autoconhecimento. A primeira pergunta a fazer é: "O que consegue disparar seu coração no trabalho?"
Nem sempre a resposta está relacionada ao conteúdo das atividades. Há pessoas movidas a desafios; outras que só precisam de uma manifestação clara de reconhecimento; as que definham quando trabalham isoladamente; entre outras. Como raramente o superior tem sensibilidade para detectar o que motiva cada um dos subordinados, não vale a pena esperar por ele. É você mesma que deve assumir o controle da situação e abrir bem os olhos para encontrar as formas de regar essa possível história de amor com seu trabalho. "Alguns aspectos que nos desagradam envolvem chefes, colegas e subordinados, e isso muitas vezes não dá para mudar", comenta José Carlos Figueiredo, autor do livro Como Anda a Sua Carreira (Infinito). "Já a nossa postura profissional e pessoal pode sempre sofrer ajustes, e alguns deles fazem milagres. Ser positivo, por exemplo, é um bom começo."
Em seguida, experimente envolver-se mais. Nem que para isso você precise ousar um pouco e propor algo novo, como uma mudança de área. Gostaria de liderar uma equipe? Então, prepare o terreno para alcançar o que deseja. Procure fazer cursos, mostre que é capaz e que será mais útil nessa posição. "Para se motivar, nada como estudar os caminhos de crescimento", afirma Figueiredo. "Depois, é correr atrás deles e sempre comemorar cada vitória."
Leve em conta, ainda, a possibilidade de que a desmotivação seja consequência do cansaço e da tensão. "Alimentar-se mal, dormir poucas horas por noite e viver estressado é meio caminho para perder a satisfação com tudo, inclusive com o trabalho", garante Ana. Se, mesmo adotando as atitudes propostas, você continuar insatisfeita no trabalho, talvez seja hora de pensar seriamente em mudar de emprego. "Mas faça isso com calma, medindo sempre custos e benefícios", alerta José Carlos. Você precisa ter certeza de que a nova oportunidade que bate à sua porta vai realmente satisfazê-la, porque o verdadeiro sucesso de uma carreira é amar o que se faz.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Como evitar o desânimo no trabalho
Aprenda a identificar as causas da sua insatisfação com o trabalho e saiba o que fazer para virar o jogo
Uma pesquisa feita com mil profissionais atesta: 30% das pessoas está infeliz em relação ao emprego. A avaliação mostra também que apenas 13,5% das pessoas têm um objetivo claro na carreira. Para sair do time dos desanimados, siga as orientações da coach Jaqueline Weigel, idealizadora do estudo.
· Faça uma lista de todas as suas insatisfações - e tenha certeza de que não está levando lamúrias da vida pessoal para o trabalho.
· Tenha um plano para a carreira. Estabeleça objetivos que pretende alcançar e vá atrás deles. Afinal, não ter algo a perseguir causa infelicidade.
· Se tiver conflitos com o chefe ou os colegas, não deixe passar. Procure-os para uma boa conversa, pois, nesses casos, botar panos quentes só piora.
· Sente que não tem oportunidades na empresa? Primeiro, peça uma conversa com seu chefe. Caso não resolva, a alternativa é buscar outra posição: pode ser que o emprego atual não tenha o que busca.
· Comece as mudanças dentro de si mesma. Uma boa autoanálise ajuda a identificar onde o desânimo com a carreira teve início e indica possíveis soluções. Pense em alternativas que a deixariam mais feliz: pode ser fazer um curso, mudar de área...
Uma pesquisa feita com mil profissionais atesta: 30% das pessoas está infeliz em relação ao emprego. A avaliação mostra também que apenas 13,5% das pessoas têm um objetivo claro na carreira. Para sair do time dos desanimados, siga as orientações da coach Jaqueline Weigel, idealizadora do estudo.
· Faça uma lista de todas as suas insatisfações - e tenha certeza de que não está levando lamúrias da vida pessoal para o trabalho.
· Tenha um plano para a carreira. Estabeleça objetivos que pretende alcançar e vá atrás deles. Afinal, não ter algo a perseguir causa infelicidade.
· Se tiver conflitos com o chefe ou os colegas, não deixe passar. Procure-os para uma boa conversa, pois, nesses casos, botar panos quentes só piora.
· Sente que não tem oportunidades na empresa? Primeiro, peça uma conversa com seu chefe. Caso não resolva, a alternativa é buscar outra posição: pode ser que o emprego atual não tenha o que busca.
· Comece as mudanças dentro de si mesma. Uma boa autoanálise ajuda a identificar onde o desânimo com a carreira teve início e indica possíveis soluções. Pense em alternativas que a deixariam mais feliz: pode ser fazer um curso, mudar de área...
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Como se comportar diante de uma bronca do chefe
A maioria das mulheres não consegue conter as emoções. Muitas vezes, no trabalho, é só o chefe falar mais firme que as lágrimas já começam a rolar. Se você já passou por esta situação, confira o conselho do especialista Murray Oxman, autor do livro Guia Rápido para Lidar com Pessoas Difíceis, Ed. Gente:
"Você já chorou diante do chefe? Você sempre chora quando alguém fala firme com você? Que modo horrível de viver é esse, reagindo simplesmente ao tom de voz ou à expressão facial de alguém? A verdadeira solução para esse problema é você assumir que se trata, de fato, de um problema interno. Verifique como se livrar disso. Você verá que tudo não passa de uma reação mecânica. Explico: talvez, na sua infância, alguma figura de autoridade tenha falado com você usando determinado tom de voz e, provavelmente, sua reação foi a de choro. E isso permanece até hoje. Chamamos atitudes assim de condicionamento. Como mudar? Da próxima vez que isso acontecer, apenas observe o que você está sentindo, tolerando a sensação de desconforto que a situação lhe trouxer. Segure o choro e aprenda a lidar com esse desconforto. Isso é uma das coisas da vida que só se aprende fazendo. Ok?"
Lembre-se: nem sempre é fácil controlar os sentimentos no momento de atenção. A próxima vez que você levar uma bronca, antes de explodir, experimente respirar fundo. As broncas também servem para você ficar mais esperta e mudar o seu comportamento. Mostrar equilíbrio certamente contribuirá para alavancar a sua carreira
"Você já chorou diante do chefe? Você sempre chora quando alguém fala firme com você? Que modo horrível de viver é esse, reagindo simplesmente ao tom de voz ou à expressão facial de alguém? A verdadeira solução para esse problema é você assumir que se trata, de fato, de um problema interno. Verifique como se livrar disso. Você verá que tudo não passa de uma reação mecânica. Explico: talvez, na sua infância, alguma figura de autoridade tenha falado com você usando determinado tom de voz e, provavelmente, sua reação foi a de choro. E isso permanece até hoje. Chamamos atitudes assim de condicionamento. Como mudar? Da próxima vez que isso acontecer, apenas observe o que você está sentindo, tolerando a sensação de desconforto que a situação lhe trouxer. Segure o choro e aprenda a lidar com esse desconforto. Isso é uma das coisas da vida que só se aprende fazendo. Ok?"
Lembre-se: nem sempre é fácil controlar os sentimentos no momento de atenção. A próxima vez que você levar uma bronca, antes de explodir, experimente respirar fundo. As broncas também servem para você ficar mais esperta e mudar o seu comportamento. Mostrar equilíbrio certamente contribuirá para alavancar a sua carreira
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Confira 10 erros que podem comprometer sua relação com o chefe
Mentir | |
"Quando o funcionário mente, o risco do chefe descobrir pode ser fatal. Atitudes como esta geram quebra de confiança. Além disso, a mentira é sinal de falta de profissionalismo. Falar que vai fazer alguma coisa e fazer o contrário ou mesmo dizer que vai a algum lugar e ir para outro, são mentiras que mancham a imagem tornando-a irrecuperável. A depender da gravidade da mentira isso pode até gerar demissão". Augusto Costa, Diretor Geral da Manpower - Soluções em Recursos Humanos. | |
Deixar de emitir opinião | |
"Opiniões que agreguem valor ao que está sendo discutido são importantes para a construção de idéias bem-sucedidas. ? preciso, porém, saber o momento certo de emitir uma opinião ou discordar do que o chefe fala. Ao mesmo tempo em que é importante expor seu ponto de vista, deve-se analisar o momento certo de argumentar. Em alguns casos, pode ser mais útil pedir um horário individual para emitir sua opinião ao chefe. Habilidade para falar e sensibilidade para acertar o momento são importantes". Fernando Figueiredo, vice-presidente da Basf. | |
Esquecer dos limites | |
"O funcionário precisa saber que há limites no relacionamento com o chefe e que esse limite não deve ser ultrapassado com comentários excessivos ou brincadeiras de mau gosto. Alguns chefes dão abertura para uma relação mais próxima, mas saber até que ponto ir é fundamental para o funcionário. O chefe pode ser próximo, acessível e conversar com todos, mas ele ainda é o chefe. Entender a relação é uma questão de postura profissional no trabalho". Fabíola Stetter, coordenadora de seleção da Luandre Consultoria em Recursos Humanos. | |
Não cumprir prazos | |
"Prometer algo e não cumprir é sinal de desorganização e desrespeito com os colegas e com o chefe. Tal comportamento também revela falta de comprometimento do funcionário com o trabalho. Se você marcou um compromisso, cumpra. Caso não seja possível entregar uma tarefa no prazo tente negociá-lo com antecedência e não deixe nada para a última hora". Benedito Rodrigues Pontes, coordenador e professor do curso de pós-graduação em Recursos Humanos da FAAP (Faculdade Armando álvares Penteado). | |
Aceitar tudo sem questionar | |
"Aceitar tudo o que é dito pelo chefe e não contestar é errado. Isso serve tanto para ações, erros de planejamento e de organização, quanto para atitudes comportamentais e de trabalho consideradas grosseiras. Muitas vezes, as ações podem gerar conseqüências negativas. 'Engolir todos os sapos' e não falar sobre algo que te ofendeu, por exemplo, é ruim para os dois lados. Quando o clima está tenso, é sinal de que daí para frente a conversa deixará de ser produtiva, portanto, aguarde o momento adequado para falar o que pensa. Isso mostra maturidade e contribui para o crescimento profissional tanto do chefe como do subordinado". Luciene Villa Maia, professora de Psicologia da Uniube (Universidade de Uberaba) e consultora de Recursos Humanos. | |
Ser pessimista | |
"O funcionário que não enxerga as oportunidades de trabalho e o lado bom das coisas já começa um projeto sem motivação e, conseqüentemente, não terá razões para apresentar bom resultado. Quem é pessimista também tende a 'contaminar' os outros, além de colocar inúmeros empecilhos para o andamento dos projetos. Inevitavelmente, o pessimista cria um ciclo de fracasso em torno de si. Ele reclama de tudo. Logo, não receberá oportunidades do chefe que o indicará para trabalhos menos criativos. Assim, não restará alternativa a não ser continuar a reclamar do sucesso dos outros e de sua estagnação". Danilo Castro, gerente da divisão de banking e financial service e mercado financeiro da Page Personnel, unidade de negócios da Michãl Page. | |
Faltar e não avisar | |
"Faltar no trabalho sem avisar mancha sua imagem profissional, além de prejudicar os colegas. Caso haja trabalho a ser feito, certamente ele não ficará a esperar por você, recairá sobre um companheiro de trabalho que pode estar atribulado com as próprias tarefas. Isso significa que você deve ter responsabilidade e que vida pessoal não deve invadir a profissional. Portanto, avise seu chefe quando tiver algo para resolver no horário de expediente e evite transtornos". Benedito Rodrigues Pontes, coordenador e professor do curso de pós-graduação em Recursos Humanos da FAAP (Faculdade Armando álvares Penteado). | |
Desrespeitar a hierarquia | |
"Hoje, as empresas são fortemente hierarquizadas. Os funcionários devem atentar para essas posições e fazer do respeito por essas regras uma atividade diária. Passar por cima e não respeitar a hierarquia são faltas graves. Os cargos existem para serem respeitados. Sem esta postura, criam-se problemas na vida profissional e o funcionário desrespeitoso acaba mal visto, pois busca informações em outros setores e com outras pessoas que não seus superiores. Se existe hierarquia, respeite-a". Celso Luiz Dutra, superintendente de atendimento da grande São Paulo do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola). | |
Ser impulsivo | |
"Antes de negar um pedido da chefia, o funcionário deve ponderar a tarefa para qual é designado. Por mais que esteja ocupado e com uma demanda grande de trabalho, é necessário analisar as possibilidades ou alternativas para a situação, além de saber como se expressar para não ter uma atitude impulsiva e negativa. Isso vale tanto para novos projetos e produtos quanto para atividades corriqueiras. ? nessa hora que o funcionário deve mostrar que sabe negociar prazos e tarefas, no caso de resposta negativa é preciso ter embasamento na hora da explicação. Portanto, pare, pense e depois aja". Carla Esteves, gerente de programas de estágios e trainee da Cia de Talentos. | |
Querer subir rápido de cargo | |
"O jovem normalmente quer aprender tudo de uma vez e isso leva tempo. Não adianta achar que vai captar tudo o que precisa aprender de uma hora para a outra. ? um erro grave ser novo na empresa ou na função e achar que já pode pleitear uma vaga ao lado da chefia. Conquistar um cargo de liderança faz parte de um processo de aprendizagem que deve ser respeitado. A ansiedade deve ser administrada, isso é ter maturidade profissional". Celso Luiz Dutra, superintendente de atendimento da grande São Paulo do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola). |
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Você sabe se comportar na frente do seu chefe? Veja a dicas
Uma das coisas que sempre causa certo receio nas pessoas é a forma de tratar seus superiores. Não querem puxar o saco, nem parecer que não enxergam a importância dele ali, manter o equilíbrio bem como a paz para o seu emprego nem sempre é uma coisa simples de se fazer. O chefe é sempre aquele que manda e desmanda na empresa, mas para quem não sabe, ele é sim substituível. Está ai uma razão muito importante para que você não seja nem puxa saco nem negligente, sendo que o mesmo pode se manter pelo resto da vida na empresa como não. Os puxa sacos geralmente são aquelas pessoas que não tem competência para realizar suas tarefas, então encontram um meio de fazer com que essa dificuldade ou preguiça mesmo seja vista com bons olhos pelos chefes através de uma atitude puxa saco de suas partes. Alguns chefes gostam de ser paparicados, já outros não e quando percebem que um funcionário é assim, geralmente são pacientes ate um certo ponto. Depois que vêem que a pessoa não muda, eles demitem mesmo ou dão um jeito de ensinar a pessoa a não ser assim. Outros chefes que não gostam de ser paparicados, geralmente, prestam bastante atenção naquilo que você faz. Sim, muitos e muitos chefes querem funcionários excelentes para trabalhar com eles em suas empresas, chegam a pedir isso em suas orações. Quando conseguem sabem valorizar um profissional por suas qualidades. Portanto, a melhor maneira de lidar com seu chefe é por fazer as coisas de uma forma bem centrada, por exemplo, fazendo o seu trabalho bem feito e esperando a aprovação dele. Você deve ser reconhecido pelo seu bom trabalho e não por puxar o saco do seu chefe, isso sem dúvida fará toda a diferença. Sempre valorize o seu lado profissional, porque um bom chefe saberá fazer o mesmo te dando grandes oportunidades dentro da empresa!
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Como lidar bem com seu chefe
As relações no ambiente de trabalho nem sempre são muito amigáveis. E se lidar com os colegas de trabalho já é tarefa difícil, imagine lidar bem com o chefe, ainda mais se ele não for um poço de simpatia. Mesmo o chefe mais calmo do mundo pode ter seus dias de péssimo humor e aí, haja habilidade.
O certo é que empregados e patrões deveriam ter um bom relacionamento constantemente. Isso contribui para o bom andamento do local de trabalho e principalmente, faz bem para ambas as partes. Independente da personalidade do seu chefe, se for grosso, exigente, competitivo, rigoroso, intrometido ou de cara fechada, é preciso saber como manter a boa convivência no seu ambiente profissional. Confira algumas dicas, aprenda como manter a postura e como lidar bem com seu chefe.
Para se dar bem com o chefe
Ter um bom relacionamento com o chefe não significa se transformar no “puxa-saco” do escritório, mas saber qual a melhor forma de chegar até seu superior. O funcionário que consegue perceber quais os principais aspectos da personalidade do seu líder só tem a ganhar, pois fica mais fácil saber como abordá-lo e isso evita conflitos desnecessários. Em alguns casos são os conflitos por motivos desnecessários que acabam gerando uma demissão, por isso que é importante entendê-lo melhor.
Uma dica essencial para um bom relacionamento entre patrão e empregado é saber manter a calma e, além disso, ter respeito. Entenda que nem sempre as razões do chefe são as melhores, mas mesmo assim você não deve desmerecer a autoridade dele. Mesmo que você tenha razão, qualquer sinal de desrespeito faz com que você a perca. Por isso é fundamental fazer um esforço extra para compreender as razões dele e quando discordarem, nunca leve a coisa para o lado pessoal.
Mas lembre-se que ter respeito pelo chefe não é sinônimo de total submissão, você também tem direito a respeito. O empregado deve saber dizer não quando necessário, fazendo isso sempre com muito cuidado e expondo seus argumentos com clareza a fim de mostrar para o chefe que tem bons motivos para a negativa.Além de facilitar o trabalho no dia-a-dia e evitar situações de estresse, lidar bem com seu chefe pode ser a chave do crescimento profissional e que irá abrir caminhos para oportunidades e promoções na carreira. Ser ótimo no que faz e ter uma excelente qualificação podem não ser atribuições suficientes se o profissional não souber lidar com os colegas de trabalho e principalmente, se não souber se relacionar com o seu líder nas rotinas mais comuns.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Você sabe lidar com a raiva no trabalho ? Utilize a Inteligência Emocional
Imagine o seguinte acontecimento: Um colega de trabalho não concorda como você está conduzindo determinada tarefa ou projeto e envia um email para você, discordando de forma agressiva, com cópia para o departamento todo, incluindo o seu gerente e o diretor.
Quem ainda não passou por esta situação ?
Após a leitura deste email provavelmente você fica com muita raiva, este sentimento que nos acompanha desde o tempo das cavernas, mas que ainda é muito acionado nos dias de hoje.
Lembre-se que a raiva possui dois lados, o negativo e o positivo e você pode escolher qual deles utilizar.
O lado negativo da raiva é exatamente o embate com um forte desejo de vingança e provavelmente você irá clicar no botão “Responder a Todos” e iniciar uma discussão entre você e seu interlocutor. Acredite caro leitor, nesta ação não está a tal da inteligência emocional. Provavelmente serão trocadas réplicas e tréplicas deste email e a energia de ambos será utilizada de forma errada sem foco na solução do problema. Infelizmente existe na nossa cultura a crença de que aquele que fala mais alto é o ganhador da discussão, mas a inteligência emocional demonstra que as coisas não são bem assim.
O lado positivo da raiva é saber canalizar esta energia para a solução do problema e não para a discussão insana do problema. Uma forma simples e assertiva para resolver este processo é simplesmente responder ao seu colega de trabalho, com cópia para todos, que discorda de algumas observações destacadas no email e que irá procurá-lo pessoalmente ou por telefone para resolverem tal assunto e posteriormente informará aos demais as tomadas de decisões.
Pronto, aí está a assertividade, energia no local correto, na solução e não no aumento do problema. Tenha certeza que os outros colegas e seus superiores perceberão que a postura que você tomou é assertiva e focada na resolução da adversidade.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Ir ao trabalho de carro ou transporte público pode prejudicar a saúde Fonte: Terra
As "viagens" diárias entre casa e trabalho às vezes cansam mais que as próprias tarefas do emprego. E, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Lund, na Suécia, quem se desloca de carro ou aposta em transporte público é mais propenso a sofrer de estresse e exaustão. Os dados são do jornal Daily Mail.
Os cientistas avaliaram 12 mil empregados de 18 a 65 anos. Constataram que os que vão ao escritório de carro, ônibus, trem ou metrô relataram níveis mais elevados dos incômodos em comparação aos mais ativos, que optam por ir a pé ou de bicicleta.
Os impactos negativos na saúde se mostraram maiores em pessoas que passam longos períodos para chegar ao destino. Mais estudos são necessários para provar a relação entre o percurso diário e problemas, e devem levar em conta outras variáveis, como renda e condições ambientais e familiares.
Vale lembrar que uma pesquisa recente, realizada por profissionais da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, concluiu que a viagem entre casa e trabalho é mais estressante para mulheres, principalmente as com crianças em idade pré-escolar. Entre os possíveis motivos para a diferença está no fato de elas terem mais responsabilidades em relação ao cotidiano do lar. Outra hipótese é que o custo do deslocamento pode ser maior para elas, porque, em média, ganham menos.
Os cientistas avaliaram 12 mil empregados de 18 a 65 anos. Constataram que os que vão ao escritório de carro, ônibus, trem ou metrô relataram níveis mais elevados dos incômodos em comparação aos mais ativos, que optam por ir a pé ou de bicicleta.
Os impactos negativos na saúde se mostraram maiores em pessoas que passam longos períodos para chegar ao destino. Mais estudos são necessários para provar a relação entre o percurso diário e problemas, e devem levar em conta outras variáveis, como renda e condições ambientais e familiares.
Vale lembrar que uma pesquisa recente, realizada por profissionais da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, concluiu que a viagem entre casa e trabalho é mais estressante para mulheres, principalmente as com crianças em idade pré-escolar. Entre os possíveis motivos para a diferença está no fato de elas terem mais responsabilidades em relação ao cotidiano do lar. Outra hipótese é que o custo do deslocamento pode ser maior para elas, porque, em média, ganham menos.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Se você for demitido, conheça aqui todos os seus direitos;
Já se perguntou o que acontece se você for demitido? Quais são os seus direitos? É diferente ser demitido de pedir demissão? Quais as diferenças? E se você tiver apenas Contrato de Trabalho Temporário e não Carteira assinada? Saiba aqui todas as respostas:
Depois de pensar muito sobre o assunto, você finalmente decidiu encarar mais uma mudança em sua vida e optou por mudar de emprego, seja porque está insatisfeito em relação ao seu trabalho atual, seja porque deseja se aprofundar em uma área diferente e adquirir novas experiências. Mas para tanto você deverá pedir demissão do seu emprego atual. Diante disto, como ficam suas contas? Embora todo profissional seja razoavelmente bem informado no que se refere aos seus direitos trabalhistas, é mais do que comum que muitas dúvidas surjam em relação às verbas rescisórias que receberá. Décimo terceiro salário Ao pedir demissão, saiba que terá direito a receber da empresa o valor pago a título de décimo terceiro salário referente aos meses trabalhados no ano em que ocorrer a demissão. Por exemplo, se a data de afastamento ocorrer em agosto, você terá direito a receber 8/12 do benefício. Mas se você havia sido admitido em março, então proporcionalmente receberá 6/12 do benefício (de março a agosto). Em relação aos encargos, via de regra serão descontadas a parcela correspondente à contribuição previdenciária e o Imposto de Renda, quando for o caso. Férias: direito do trabalhador ou não? Esta é uma dúvida muito recorrente entre os trabalhadores. Isto porque a legislação não permitia que o trabalhador que se demitisse antes de ter completado um ano de trabalho tivesse direito ao recebimento de férias proporcionais. No entanto, de acordo com o enunciado n� 261 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), desde novembro de 2003 os trabalhadores têm o direito garantido. Isto é, o empregado que se demite antes de completar 12 meses de serviço tem direito a férias proporcionais. Agora, se a demissão for anunciada após 12 meses, então o trabalhador terá direito ao recebimento das férias já adquiridas que ainda não foram gozadas e também das férias proporcionais. Sobre tais valores, incidirá apenas a parcela referente ao IR, isto quando seu valor ultrapassar o teto de isenção de R$ 1.164. A forma de cálculo é a mesma do 13� salário, sendo que sobre este valor deve-se somar mais 1/3 a título de abono constitucional de férias. Aviso prévio No que se refere ao aviso prévio, você deverá, obrigatoriamente, comunicar a empresa sobre sua saída com 30 dias de antecedência. Mas vamos supor que você tenha recebido uma proposta de trabalho e terá que começar no novo emprego em uma semana. Neste caso, você deverá indenizar o seu empregador com o mesmo valor, ou seja, a empresa poderá abater do valor da sua rescisão o equivalente ao aviso prévio (salário habitual). Agora, se a empresa simplesmente não quiser que você continue trabalhando após ter recebido a notícia de sua saída, então ela o dispensará do pagamento da "multa". Mas se você cumprir com os 30 dias de aviso, receberá a remuneração pelo tempo trabalhado normalmente. Neste sentido, você terá descontado os mesmos valores de costume, como a contribuição previdenciária e o IR quando for o caso. Mas, se você for dispensado do aviso prévio, ou tiver que indenizar a empresa pela saída imediata, terá direito ao recebimento apenas dos dias trabalhados no mês da saída, como um saldo de salário do mês. Fundo de Garantia por Tempo de Serviço Sem dúvida, este é o ponto em que o trabalhador sai perdendo ao pedir demissão. No caso contrário, quando a empresa o demite sem justa causa, é possível sacar todo o dinheiro do FGTS depositado pela empresa ao longo do tempo em que você trabalhou ali, acrescido da multa de 40% paga pela empresa e que é calculada sobre este saldo. Ao pedir demissão, você não terá direito ao saque acumulado do Fundo e muito menos à multa de 40% sobre o valor, o maior diferencial nas verbas de quem se demite. Mas você não perderá o dinheiro depositado na conta vinculada do FGTS, apenas ficará impedido de sacá-lo em um primeiro momento. E quando poderei sacá-lo? Apenas nos casos em que legislação permitir, como por exemplo, quando se aposentar, mantiver a conta do FGTS inativa (sem receber depósitos) por três anos seguidos, em casos de doenças graves, para aquisição de imóveis etc. A lista completa você pode consultar, clicando aqui. Observações: É claro que utilizamos aqui o cálculo aproximado das principais verbas às quais você teria direito de receber ao sair da empresa. Dependendo do tipo de contrato e da composição de sua remuneração na empresa, poderá existir uma série de variações, de forma que procuramos generalizar ao máximo as situações criadas para facilitar o entendimento sobre seus direitos caso não concorde com o valor proposto pela empresa. Na dúvida, não deixe nunca de consultar um profissional, como o próprio contador da empresa em que trabalha. O importante é que você entenda de uma vez por todas o que deve, e irá, efetivamente receber ao se desligar do seu emprego. Boa sorte |
domingo, 7 de agosto de 2011
Bom humor no trabalho
"O bom humor é um dos melhores artigos de vestuário que se deve usar em sociedade.”( William Makepeace Thackeray)
Quem suporta trabalhar em um ambiente, onde as pessoas vivem de mau humor, entediadas e sem motivação?
Na busca por ambientes de trabalho mais harmônicos, as empresas estão, cada vez mais, procurando contratar profissionais capacitados e de bem com a vida.
É cientificamente comprovado que o bom humor pode trazer inúmeros benefícios para nossas relações de trabalho e familiares, pois, diminui a fadiga, une a equipe, aumenta a produtividade e abranda o estresse. Estimula a produção das substâncias responsáveis pela sensação de prazer, além disso, ainda propicia maior fluência de idéias e decisões mais criativas e nos dá mais disposição para encarar os desafios diários.
Na rotina diária das pessoas, é difícil manter o bom humor, já que existe a necessidade de ter que enfrentar o trânsito para fazer visitas, participar de reuniões desgastantes, ter que mostrar resultados positivos devido a grande concorrência do mercado e muito mais fatores estressantes que tiram o bom humor das pessoas, tornando-se cada vez mais necessário, manter o autocontrole emocional e melhorar sua autoestima para obter bons resultados e aperfeiçoar seu desempenho profissional.
Os líderes que possuem bom humor, conseguem manter um ambiente descontraído e assim se fortalecem perante sua equipe e exercem uma liderança mais eficaz, além disso, o bom humor pode ser usado para resolver e diminuir conflitos existentes no ambiente de trabalho, além de motivar os funcionários.
Quando se passa uma mensagem com humor, ela é recebida mais amistosamente, e tem o poder de desviar a atenção do conflito e mudar a maneira como ele é interpretado. Porém, é preciso saber dosar o uso das brincadeiras, e existem momentos em que o humor deve ser deixado de lado e usar a seriedade.
Muitas vezes desistimos de nossos objetivos por considerarmos só as dificuldades encontradas, mas se olharmos com bons olhos e positivamente, o que parece ser algo muito difícil pode ser tido como um novo desafio e quando finalizado só nos trará prazer por termos superado as dificuldades encontradas.
Por vezes, um comentário inteligente, assim como uma boa piada caem como uma luva, no momento certo. Precisamos, no entanto, ter alguns cuidados para saber exatamente que momentos são esses, especialmente no ambiente de trabalho, esse cuidado deve ser redobrado.
É preciso ter cuidado para não nos tornarmos pessoas chatas ao invés de bem humorada, e não confundir bom humor com falta de bom senso. Temos que saber quando e com quem brincar, analisar se o conteúdo da brincadeira não é algo preconceituoso, e se as piadas não envolvem opções sexuais, doenças, mulheres, negros, religiões ou diferenças culturais, por ser de péssimo gosto.
Assim sendo, encare a vida com bom humor. Desta forma você só tem a ganhar e como diria Charles Chaplin: "Através do humor nós vemos no que parece racional, o irracional; no que parece importante, o insignificante. Ele também desperta o nosso sentido de sobrevivência e preserva a nossa saúde mental."
Na busca por ambientes de trabalho mais harmônicos, as empresas estão, cada vez mais, procurando contratar profissionais capacitados e de bem com a vida.
É cientificamente comprovado que o bom humor pode trazer inúmeros benefícios para nossas relações de trabalho e familiares, pois, diminui a fadiga, une a equipe, aumenta a produtividade e abranda o estresse. Estimula a produção das substâncias responsáveis pela sensação de prazer, além disso, ainda propicia maior fluência de idéias e decisões mais criativas e nos dá mais disposição para encarar os desafios diários.
Na rotina diária das pessoas, é difícil manter o bom humor, já que existe a necessidade de ter que enfrentar o trânsito para fazer visitas, participar de reuniões desgastantes, ter que mostrar resultados positivos devido a grande concorrência do mercado e muito mais fatores estressantes que tiram o bom humor das pessoas, tornando-se cada vez mais necessário, manter o autocontrole emocional e melhorar sua autoestima para obter bons resultados e aperfeiçoar seu desempenho profissional.
Os líderes que possuem bom humor, conseguem manter um ambiente descontraído e assim se fortalecem perante sua equipe e exercem uma liderança mais eficaz, além disso, o bom humor pode ser usado para resolver e diminuir conflitos existentes no ambiente de trabalho, além de motivar os funcionários.
Quando se passa uma mensagem com humor, ela é recebida mais amistosamente, e tem o poder de desviar a atenção do conflito e mudar a maneira como ele é interpretado. Porém, é preciso saber dosar o uso das brincadeiras, e existem momentos em que o humor deve ser deixado de lado e usar a seriedade.
Muitas vezes desistimos de nossos objetivos por considerarmos só as dificuldades encontradas, mas se olharmos com bons olhos e positivamente, o que parece ser algo muito difícil pode ser tido como um novo desafio e quando finalizado só nos trará prazer por termos superado as dificuldades encontradas.
Por vezes, um comentário inteligente, assim como uma boa piada caem como uma luva, no momento certo. Precisamos, no entanto, ter alguns cuidados para saber exatamente que momentos são esses, especialmente no ambiente de trabalho, esse cuidado deve ser redobrado.
É preciso ter cuidado para não nos tornarmos pessoas chatas ao invés de bem humorada, e não confundir bom humor com falta de bom senso. Temos que saber quando e com quem brincar, analisar se o conteúdo da brincadeira não é algo preconceituoso, e se as piadas não envolvem opções sexuais, doenças, mulheres, negros, religiões ou diferenças culturais, por ser de péssimo gosto.
Assim sendo, encare a vida com bom humor. Desta forma você só tem a ganhar e como diria Charles Chaplin: "Através do humor nós vemos no que parece racional, o irracional; no que parece importante, o insignificante. Ele também desperta o nosso sentido de sobrevivência e preserva a nossa saúde mental."
sábado, 6 de agosto de 2011
Como controlar as suas emoções no trabalho:
Por mais que uma pessoa tenha uma vida pessoal considerada estável, isso não irá isentá-la de em determinado momento vivenciar problemas. Evidentemente que há quem enfrente situações mais delicadas do que outras, mas sempre surgirá um fato que faça o indivíduo sentir-se mais frágil e passível de ter suas emoções à flor da pele. Isso pode ocorrer em virtude de questões relacionadas à saúde, desentendimento com familiares, desequilíbrio nas finanças, uma paixão não correspondida, enfim, são inúmeros fatores fazem a pessoa ter aquele dia que a remete pensar: "Era melhor ter ficado em casa". Contudo, isso não resolverá problemática alguma e, afinal, todos precisam cumprir com as suas responsabilidades, inclusive no trabalho.
Quando, por exemplo, um profissional chega à empresa sobrecarregado pelas questões pessoais, nem sempre ele consegue administrar bem suas emoções e ao mínimo contato com o colega de trabalho, usa aquele momento como "cano de escape" para aliviar suas tensões. Isso pode tornar-se razão para que se crie um distanciamento momentâneo entre as pessoas ou, então, inicie-se uma discussão que pode levar apenas alguns minutos ou ganhar, lamentavelmente, proporções mais sérias. Mas, como agir diante de uma situação como a descrita? Confira a seguir algumas dicas para administrar bem suas emoções diante de um colega de trabalho descontrolado.
1 - O dia a dia faz com que as pessoas identifiquem determinadas características de personalidades de quem está próximo a elas. Isso também é extensivo nas empresas. Caso você já tenha conhecimento de que seu colega é daqueles que têm "pavio curto", não tente descobrir a todo custo o motivo que o fez chegar com aquela "cara de quem quer poucos amigos". Pode ser que ele queira ficar calado boa parte do dia. Se possível, apenas o cumprimente com um bom dia e deixe que ele próprio consiga relaxar ao longo do expediente.
2 - Caso precise falar algo relacionado com suas atividades justamente com aquele colega que não se mostra nos melhores dias, seja objetivo e profissional. Não tente dar uma de abelhudo, a menos que ele mesmo se mostre disposto a conversar um pouco para desabafar.
3 - Se a situação for inversa e seu colega precisar de você para desenvolver alguma atividade, mostre-se receptivo. Mas, não exagere na dose porque há dias em que a pessoa realmente precisa de um momento para si e quando alguém força uma conversa, ele sentirá que sua privacidade foi invadida.
4 - Rir é um ótimo remédio para afastar o mau humor. No entanto, se um dos seus pares está definitivamente "carrancudo" em determinado dia, não force uma situação para tirá-lo daquele estado através de alguma piada ou, então, sobre o resultado do jogo que ocorreu na noite passada. A receptividade diante da sua investida, talvez se torne o "pontapé" inicial para algum comentário que você nunca gostaria de ter ouvido.
5 - Se o seu colega permanecer com o comportamento tenso por mais de um dia e caso você realmente goste dele, se possível, peça alguns minutos do seu gestor para conversar sobre a visível mudança do seu par. Lembre-se de ter esse diálogo reservado, para que a privacidade do seu colega seja assegurada. Algumas vezes, a liderança está com tantas atribuições que o fato pode passar despercebido por dois ou até três dias.
6 - Ninguém merece ser "saco de pancadas" e tampouco servir de "cano de escape" para aliviar os problemas de terceiros. Se em determinado momento o seu colega de trabalho chega para você porque sentiu algum desconforto diante de uma atitude sua, mantenha uma conversa reservada com ele.
7 - Caso o conflito que se forme seja mais complicado do que o esperado, sugira que seja realizado um diálogo diante da presença do seu líder. Isso fará com que o agressor tenha tempo para esfriar a cabeça e até mesmo rever algum posicionamento impróprio que ele mesmo teve com você e até mesmo diante dos demais membros da equipe.
8 - Há situações em que uma discussão pode ocorrer e que você seja o expectador. Diante da dimensão do fato, procure acalmar as partes envolvidas e se isso não for possível, peça ajuda a outro colega de trabalho que esteja mais próximo. Não deixe que uma confusão ganhe proporções mais sérias, sem ao menos tentar algo para acalmar os ânimos.
9 - Por mais que alguém tente provocá-lo e tirá-lo do sério, proferindo palavras impróprias ou mesmo atitudes grosseiras, não entre nesse jogo e nem pense em responder com a "mesma moeda". Isso não é um ato de covardia, mas de prudência e que garantirá a você respaldo suficiente para se "defender" frente a uma agressão que partiu de algum colega de trabalho. Dizer "não" a uma briga é sinal de coragem e nunca de fraqueza.
10 - Um dos principais fatores que geram conflitos entre os membros de uma equipe é a "velha e conhecida fofoca". Aqueles rumores que rapidamente ganham espaço na sala e até nos corredores das organizações são verdadeiras armadilhas que prejudicam o clima organizacional. Por isso, quando escutar que "alguém falou algo sobre você", antes de esquentar a cabeça ou tomar qualquer atitude precipitada faça alguns questionamentos:
A) Quem fez a informação chegar até você merece sua confiança?
B) A pessoa que supostamente falo algo sobre você é acostumada a ter atitudes dessa natureza?
C) É possível manter um diálogo com a pessoa que supostamente fez comentários impróprios sobre você?
D) Existe um histórico anterior de conflitos entre você e a outra parte?
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Turnover os danos que podem ser causados...
Turnover significa a rotatividade de pessoal de uma empresa e é um excelente indicador de saúde da mesma.
Quando excessivo, indica que algo está errado na organização. É o momento de analisar o por quê dessa alta rotatividade, afinal, não podemos esquecer que os chamados funcionários são antes de tudo pessoas. Essas pessoas tem necessidades e criam vínculos dinâmicos de relacionamento com os colegas da empresa, ou mesmo com clientes e fornecedores.
Os colaboradores de uma organização detêm o conhecimento das rotinas de trabalho, o que a empresa produz ou quais serviços ela presta e, após algum tempo na mesma, esses profissionais passam a dominar essas atividades e a desempenhá-las sem maiores problemas.
Quando alguém da equipe sai, as atividades sofrem mudanças que em maior ou menor grau afetam a organização. Assim como um motor que para de funcionar caso alguma engrenagem se deteriore, a empresa também sente essa saída.
Apesar de muitas empresas acreditarem que, quando uma saída de colaborador é por sua decisão e portanto, não a afetará, isto é um engano. Qualquer saída é traumática para a organização, por mais argumentos que existam a seu favor. Basta imaginar o quanto foi gasto com treinamento dessa mão-de-obra, com a burocracia contratual, benefícios, encargos e outros gastos operacionais não tão facilmente mensuráveis, para notarmos que de uma forma ou de outra, a empresa sempre sai perdendo nesse caso. Talvez uma política de contratação mais adequada ou um processo de contratação melhor executado, ou mesmo, uma melhor definição das atribuições do cargo poderiam ter evitado esses gastos inúteis e o trauma gerado ao colaborador demitido.
RETENDO TALENTOS
Apesar de óbvio, será que as empresas realmente estão valorizando seus talentos e suprindo suas necessidades, a fim de não perdê-los para a concorrência? Será que melhores salários, treinamento adequado, concessão de benefícios e melhora do ambiente de trabalho poderão retê-los?
Para saber o que motiva um colaborador a deixar a empresa, utilize a entrevista de desligamento para isso. Questione o por quê da saída, não perca essa oportunidade de saber o que está ocorrendo.
Em se tratando de reter talentos na empresa, notamos que o treinamento sempre é fundamental. Uma prática que está se tornando comum nas grandes empresas, é o chamado e-learning, ou seja, a possibilidade de aprendizagem a distância, proporcionada pelo uso cada vez mais freqüente da internet e de intranets nas organizações. O e-learning é uma maneira rápida de permitir que uma quantidade maior de funcionários tenha acesso a treinamentos, que podem ser realizados em horários diferentes, conforme a disponibilidade de cada um, e que tem conseguido índices superiores de retenção em relação aos treinamentos tradicionais, principalmente porque o controle do aprendizado está nas mãos do próprio estudante e não nas do instrutor.
Outra técnica interessante, denominada job rotation (aplicável também para a diminuição dos conflitos), está muito em voga. Leva em consideração o fato de que se não há possibilidade de ascensão profissional vertical (promoção) de um funcionário, em vez de vê-lo sair para trabalhar na concorrência, novas possibilidades lhe são abertas quando ocorre a promoção horizontal, ocasionada pela troca de função e atribuição de novas responsabilidades, sem perda do padrão. Isso faz com que ele se torne um profissional polivalente, capaz de atuar em diversas atividades diferentes, bem como o incentiva através de novos desafios e aumento de conhecimentos, obtidos na organização. No mundo de hoje, ele será um profissional mais valioso do que se for apenas especialista em uma coisa. Para a empresa, além de manter um bom funcionário em seus quadros, também estará formando um possível futuro ocupante de cargos de chefia.
Creiam-me, se um funcionário puder, ele preferirá crescer dentro da própria empresa em que trabalha e possui o círculo de amizades, a mudar para outra que é uma incógnita. Vivenciei muito disso em meus anos de trabalho.
NOVAS COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS
Nos dias atuais, os profissionais não podem mais comportar-se como antigamente, sob pena de tornarem-se obsoletos. E para adaptarem-se ao esquema da Produção Flexível (baseado no aumento da produtividade e flexibilidade do trabalhador e das empresas), devem se esforçar para desenvolver as novas competências que os tempos atuais exigem.
Segundo a Profª Ana Beatriz Carvalho, da FGV Management, essas competências abordam essencialmente:
- Iniciativa e capacidade de julgamento e liderança.
- Uma atenção maior aos detalhes, manutenção de raciocínio crítico e criativo.
- Um aumento na autoconfiança, segurança e persistência.
- Espírito de colaboração.
- Um compromisso e envolvimento maior com a organização, bem como manter atitudes pró-ativas em relação aos valores da empresa.
- Aprimoramento do conhecimento técnico.
- Preocupar-se com o desenvolvimento das pessoas.
- Estimular a comunicação.
- Manter sempre o foco no cliente.
- Orientação contínua para o aprendizado, produtividade e busca por resultados.
- Busca contínua pela qualidade.
Essas competências podem ser adquiridas no dia-a-dia, através das atividades desempenhadas e por meio de treinamentos e devem ser sempre exercidas de forma ética.
Por sua vez, a empresa deve incentivá-las, permitindo sua aplicação sem entraves de qualquer tipo. A retenção de talentos e o incentivo à obtenção por parte dos colaboradores de novas competências profissionais, gera benefícios mútuos e duradouros.
Quando excessivo, indica que algo está errado na organização. É o momento de analisar o por quê dessa alta rotatividade, afinal, não podemos esquecer que os chamados funcionários são antes de tudo pessoas. Essas pessoas tem necessidades e criam vínculos dinâmicos de relacionamento com os colegas da empresa, ou mesmo com clientes e fornecedores.
Os colaboradores de uma organização detêm o conhecimento das rotinas de trabalho, o que a empresa produz ou quais serviços ela presta e, após algum tempo na mesma, esses profissionais passam a dominar essas atividades e a desempenhá-las sem maiores problemas.
Quando alguém da equipe sai, as atividades sofrem mudanças que em maior ou menor grau afetam a organização. Assim como um motor que para de funcionar caso alguma engrenagem se deteriore, a empresa também sente essa saída.
Apesar de muitas empresas acreditarem que, quando uma saída de colaborador é por sua decisão e portanto, não a afetará, isto é um engano. Qualquer saída é traumática para a organização, por mais argumentos que existam a seu favor. Basta imaginar o quanto foi gasto com treinamento dessa mão-de-obra, com a burocracia contratual, benefícios, encargos e outros gastos operacionais não tão facilmente mensuráveis, para notarmos que de uma forma ou de outra, a empresa sempre sai perdendo nesse caso. Talvez uma política de contratação mais adequada ou um processo de contratação melhor executado, ou mesmo, uma melhor definição das atribuições do cargo poderiam ter evitado esses gastos inúteis e o trauma gerado ao colaborador demitido.
RETENDO TALENTOS
Apesar de óbvio, será que as empresas realmente estão valorizando seus talentos e suprindo suas necessidades, a fim de não perdê-los para a concorrência? Será que melhores salários, treinamento adequado, concessão de benefícios e melhora do ambiente de trabalho poderão retê-los?
Para saber o que motiva um colaborador a deixar a empresa, utilize a entrevista de desligamento para isso. Questione o por quê da saída, não perca essa oportunidade de saber o que está ocorrendo.
Em se tratando de reter talentos na empresa, notamos que o treinamento sempre é fundamental. Uma prática que está se tornando comum nas grandes empresas, é o chamado e-learning, ou seja, a possibilidade de aprendizagem a distância, proporcionada pelo uso cada vez mais freqüente da internet e de intranets nas organizações. O e-learning é uma maneira rápida de permitir que uma quantidade maior de funcionários tenha acesso a treinamentos, que podem ser realizados em horários diferentes, conforme a disponibilidade de cada um, e que tem conseguido índices superiores de retenção em relação aos treinamentos tradicionais, principalmente porque o controle do aprendizado está nas mãos do próprio estudante e não nas do instrutor.
Outra técnica interessante, denominada job rotation (aplicável também para a diminuição dos conflitos), está muito em voga. Leva em consideração o fato de que se não há possibilidade de ascensão profissional vertical (promoção) de um funcionário, em vez de vê-lo sair para trabalhar na concorrência, novas possibilidades lhe são abertas quando ocorre a promoção horizontal, ocasionada pela troca de função e atribuição de novas responsabilidades, sem perda do padrão. Isso faz com que ele se torne um profissional polivalente, capaz de atuar em diversas atividades diferentes, bem como o incentiva através de novos desafios e aumento de conhecimentos, obtidos na organização. No mundo de hoje, ele será um profissional mais valioso do que se for apenas especialista em uma coisa. Para a empresa, além de manter um bom funcionário em seus quadros, também estará formando um possível futuro ocupante de cargos de chefia.
Creiam-me, se um funcionário puder, ele preferirá crescer dentro da própria empresa em que trabalha e possui o círculo de amizades, a mudar para outra que é uma incógnita. Vivenciei muito disso em meus anos de trabalho.
NOVAS COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS
Nos dias atuais, os profissionais não podem mais comportar-se como antigamente, sob pena de tornarem-se obsoletos. E para adaptarem-se ao esquema da Produção Flexível (baseado no aumento da produtividade e flexibilidade do trabalhador e das empresas), devem se esforçar para desenvolver as novas competências que os tempos atuais exigem.
Segundo a Profª Ana Beatriz Carvalho, da FGV Management, essas competências abordam essencialmente:
- Iniciativa e capacidade de julgamento e liderança.
- Uma atenção maior aos detalhes, manutenção de raciocínio crítico e criativo.
- Um aumento na autoconfiança, segurança e persistência.
- Espírito de colaboração.
- Um compromisso e envolvimento maior com a organização, bem como manter atitudes pró-ativas em relação aos valores da empresa.
- Aprimoramento do conhecimento técnico.
- Preocupar-se com o desenvolvimento das pessoas.
- Estimular a comunicação.
- Manter sempre o foco no cliente.
- Orientação contínua para o aprendizado, produtividade e busca por resultados.
- Busca contínua pela qualidade.
Essas competências podem ser adquiridas no dia-a-dia, através das atividades desempenhadas e por meio de treinamentos e devem ser sempre exercidas de forma ética.
Por sua vez, a empresa deve incentivá-las, permitindo sua aplicação sem entraves de qualquer tipo. A retenção de talentos e o incentivo à obtenção por parte dos colaboradores de novas competências profissionais, gera benefícios mútuos e duradouros.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Porque investir em Treinmento e Desenvolvimento de Pessoas?
Produtividade, excelência no atendimento ao cliente, superação de metas, resiliência, criatividade e muitos outros ingredientes são requeridos para que as organizações sobrevivam e se perpetuem. Estes são os grandes desafios mundiais das empresas no momento atual. E para obter-se estes resultados entra em cena a peça-chave desta engrenagem - o ser humano.
Mesmo diante desta realidade, nos deparamos frequentemente com afirmações de que as empresas não estão investindo como deveriam no desenvolvimento das pessoas que integram o ambiente produtivo.
Muitos alegam que os investimentos têm sido priorizados para aquisições de acervos tecnológicos ou para outras alocações voltadas aos "negócios da empresa". E desta forma, assistimos mais e mais processos tecnológicos se instalando e sendo o centro das atenções nos ambientes organizacionais.
Tudo isso requer mudanças profundas e urgentes nas formas de ver "o negócio da empresa". Onde está o ser humano - o colaborador, neste processo?
No contexto atual, estamos cada vez mais alicerçados pelos avançados processos tecnológicos, compostos por equipamentos de ultima geração, matéria-prima de alta qualidade, etc. Só que o fator humano é mais decisivo na medida em que esses componentes dependem da ação humana.
Vemos ainda, a atitude de muitos profissionais investindo pessoalmente no autodesenvolvimento, financiando seus próprios programas de aperfeiçoamento, uma vez que a empresa está alheia a esta necessidade.
Esta prática não deixa de ser válida, considerando-se a necessidade de desenvolvimento da empregabilidade do profissional. Mas, o que observamos, é que os planos de desenvolvimento deixados sob a responsabilidade do próprio colaborador, na maioria das vezes, tendem a inclinar-se para objetivos pessoais, sem considerar as perspectivas da empresa. Quando coincidem com os propósitos organizacionais, é algo salutar, caso contrário, colaborador e empresa seguirão em caminhos opostos.
Devemos nos lembrar que passamos por uma grande revolução industrial há mais de trinta anos, onde, o homem era parte integrante do processo mecanicista. Precisamos ter plena consciência de que é necessária a integração do homem em todo e qualquer processo de aprendizagem, não somente àquele voltado a aspectos tecnológicos. As organizações precisam ser o agente de desenvolvimento e integração dos seus colaboradores através da assertividade no desenvolvimento de políticas de treinamento e desenvolvimento.
É necessário instituir na organização programas que desenvolvam as pessoas em sua plenitude, orientando-as e educando-as, visando o estímulo e o desenvolvimento de suas habilidades comportamentais e competências técnicas.
Para isso, é necessária a sistematização dos processos de treinamento e desenvolvimento de pessoas na organização, onde o foco principal seja a abrangência e continuidade.
A realização de programas de capacitação de forma segmentada e esporádica não conduz e não condiz com o caminho de desenvolvimento do ser humano e por extensão da organização.
Fonte: site administradores
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
É bom ser funcionário público?
Pessoa achei esse artigo no http://www.efetividade.blog.br/2010/04/21/e-bom-ser-funcionario-publico/
gostei e estou postando para vocês...
Todo mundo adora criticar servidores públicos, não trabalham ou trabalham pouco, ganham bem, têm estabilidade e outras regalias.
gostei e estou postando para vocês...
Todo mundo adora criticar servidores públicos, não trabalham ou trabalham pouco, ganham bem, têm estabilidade e outras regalias.
Já dos órgãos públicos falam que o atendimento é péssimo, moroso, existem níveis e mais níveis hierárquicos, ninguém resolve nada, há nepotismo e mais algumas coisas que não me lembro agora.
O que é verdade disso tudo?
Comecemos com a mais pura verdade. Todo mundo deseja ser funcionário público. Nunca ouvi ninguém falar que deseja se tornar servidor para mudar a situação atual, muito pelo contrário, desejam ser servidores públicos para aproveitar das vantagens. Aí está o primeiro problema, o cara já começa pensando errado, é um preguiçoso e acha que sendo servidor público fica mais fácil ser preguiçoso e parecer eficiente.
Agora vamos falar da estrutura dos órgãos públicos. Alguns são magníficos, têm até máquina de café expresso, móveis e computadores de primeira qualidade, quadros para decorar as paredes e mais um monte de objetos que deixam o ambiente mais agradável.
Mas esta é a realidade?
É claro que não. A grande maioria dos setores públicos tem falta de computadores, possuem móveis sucateados, cadeiras nada ergonômicas e ambientes insalubres. Fora a falta de pessoal.
É num ambiente assim que eu trabalho e querem que sejamos produtivos e eficazes.
Também não ganho tão bem quanto vocês pensam. Quem ganha bem são os políticos e algumas poucas classes de servidores. O restante ganha pouco ou razoável.
Outra reclamação que ouço bastante é que servidores públicos são pouco qualificados. Concordo. Em geral, a geração mais velha. Os novos são bem qualificados, até mesmo porque qualificação é exigência de muitos concursos.
Todo mundo fala que o atendimento é péssimo. Mas onde existe um bom atendimento? A melhora da qualidade no atendimento é uma necessidade das organizações brasileiras, sejam elas públicas ou privadas. No setor público, muitas vezes, o atendimento é realizado por estagiários pouco motivados e despreparados. O ideal seria um servidor ser o responsável por atender o cliente, mas, por falta de pessoal e por ser um serviço que ninguém gosta, afinal o “cliente” já vem com duas pedras na mão achando que o problema do Brasil é culpa do funcionário público, acaba sobrando para o coitado do estagiário.
E a lentidão dos processos. Isso não tem jeito. A lei é uma @#$%&* e &*%$#$ com tudo. Exigem-se carimbos e mais carimbos, há instancias e mais instancias. Fora os recursos sem fim. Aí fica tudo muito lento mesmo.
A hierarquia excessiva e o nepotismo é outra complicação. Os cargos de chefia são cargos de confiança e muitas vezes, quase sempre, o chefe é alguém com menos experiência e qualificação que seus liderados. Aí a confusão está armada.
Outro problema que acontece é a complacência com o erro. As críticas sempre são vistas como ruins. Muitos são imaturos e não querem aprender, como são estáveis no cargo reclamar é criar inimizades e não obter soluções. Outro problema é a falta de descontos no salário por faltas e atrasos, na teoria deveria acontecer, mas na prática raramente acontece. O servidor que não tem responsabilidade e respeito ao cliente (cidadão) chega atrasado, falta sem motivo e sabe que nada irá acontecer.
Ainda existe mais um problema. Ninguém quer largar o osso. O poder é maravilhoso. Quando alguém chega a um cargo de chefia ele não quer mais sair de lá, mesmo depois de 25 anos fazendo a mesma coisa e obtendo os mesmos resultados. E mais, quando um servidor novo, com toda energia, vontade e proatividade sugere melhorias, é obrigado a ouvir: É feito assim há mais de 20 anos, para que você vai querer mudar o que está dando certo?
Agora respondendo a pergunta proposta como título, eu digo que sim, é muito bom ser funcionário público. Não é tudo que a grande maioria das pessoas pensa, mas é bom. Os motivos? Diria que são dois: salário e estabilidade.
Para encerrar falo do lado ruim em ser servidor público. Em minha opinião e com a visão do local de minha locação eu digo que o ruim é: ambiente insalubre, móveis inadequados, computadores sucateados, falta de dinheiro, leis e portarias que travam o bom andamento do setor, chefes qualificados em áreas diferentes da que atuam e com pouca experiência prática, falta de uma política motivacional, servidores subaproveitados e alguns, não poucos, sem vontade alguma de ser efetivo.
texto retirado do http://www.efetividade.blog.br/2010/04/21/e-bom-ser-funcionario-publico/
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Demitindo um funcionário...
A demissão de um funcionário, não importa por qual motivo, nunca é fácil. Sempre é difícil, tensa e triste. Já tive que demitir funcionários algumas vezes e posso dizer que aprendi.
Existem basicamente quatro motivos que levam uma organização a dispensar um funcionário: corte de despesas e reestruturação organizacional, o que os administradores costumam chamar de downsizing; por valores do funcionário desalinhados aos valores organizacionais (aqui o erro aconteceu na contratação que não percebeu isso); por falta de competência técnica ou interpessoal ou por falta de comprometimento. Às vezes por mais de um deles somados.
Como escrevi acima, demitir sempre é difícil. Mas listei os 4 motivos por ordem de dificuldade na ação de demitir.
A primeira vez que demite alguém foi numa sexta-feira, grande erro. Provavelmente acabei com o final de semana do ex-funcionário e confesso que com o meu também. Fiquei mal.
Ao demitir escolha o período da manhã, de preferência logo no início do expediente, e os primeiro dias da semana. Não deixe para sexta-feira.
Seja rápido e direto, não enrole. Comece logo a conversa dizendo o que tem que ser dito. Diga, dê alguns segundos para o funcionário assimilar o que foi dito, explique os motivos da demissão, pergunte se ele tem perguntas a fazer, responda as perguntas e ponto final, acabou a conversa. O processo todo leva apenas 5, 10 minutos no máximo.
As reações são diversas: alguns choram, alguns agradecem, alguns ficam mudos, alguns xingam ou lhe ameaçam, em resumo, tudo pode acontecer.
Não discuta a situação, você está ali para demitir e não para debater. Saia da sala e diga que o ex-funcionário poderá ficar ali o tempo necessário para se recompor e que em seguida deve pegar seus objetivos pessoais, se despedir de colegas, se assim desejar, e passar no RH, seja no mesmo dia ou no dia seguinte se preferir.
Ao explicar os motivos da demissão, caso seja por incompetência técnica ou falta de comprometimento, deixe isso bem claro ao ex-funcionário. Tentar tornar este momento menos doloroso em nada o ajudará. Este será um bom momento para ele refletir o que precisa mudar em suas atitudes e no que precisa se aperfeiçoar para manter sua empregabilide em alta. Caso o motivo seja o downsizing ou valores desalinhados com a organização, se prontifique a redigir uma carta de recomendação.
O ideal é que o funcionário a ser demitido não seja pego de total surpresa. Reuniões avaliando o seu fraco desempenho ou falta de compromisso organizacional devem ocorrer meses antes da demissão numa tentativa de se evitá-la.
Demitir alguém é o último dos últimos recursos.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Primeiro Emprego
Preparado para o seu primeiro emprego?
Muitos estudantes ou recém-formados costumam reclamar com frequência que não existem empregos de qualidade para pessoas sem experiência, do outro lado os selecionadores das vagas existentes dizem que existem vagas porém os candidatos não possuem as qualidades necessárias para que seja possível a contratação destes para o primeiro emprego. Quando as características diferenciadas não são encontradas pelos avaliadores a falta de experiência se torna um fator de importância e este é decisivo para a contratação de jovens para o primeiro emprego. Embora muitos destes possuam uma faculdade ou estejam cursando uma, este quase que uma obrigação no mercado de trabalho atual não compensa a falta de outras iniciativas avaliadas.
Este blog tem o objetivo de ajudar você com a conquista do primeiro emprego, a entrada definitiva para o mercado de trabalho e uma carreira de sucesso. Não importa se você é um estudante procurando custear seus estudos, se você busca um estágio para ganhar experiência ou pretende entrar no mercado de trabalho através do primeiro emprego, o seu primeiro emprego possui dicas que vão desde a elaboração de um currículo vencedor para o primeiro emprego até a oferta de vagas em todo Brasil, não se omitindo sobre os aspectos piscológicos desta fase de mudança de vida que vários brasileiros passam todos os dias.
As dicas contidas , contidas neste blog, poderão ajudar você a encontrar problemas que podem estar bloqueando a sua entrada no mercado, e você nem desconfiava deles, ou poderá lhe ajudar a encontrar um primeiro emprego que realmente valorize a sua capacidade e todo o esforço que você teve até hoje, e não os que são oferecidos atualmente que subestimam as suas capacidades.
Este blog tem o objetivo de ajudar você com a conquista do primeiro emprego, a entrada definitiva para o mercado de trabalho e uma carreira de sucesso. Não importa se você é um estudante procurando custear seus estudos, se você busca um estágio para ganhar experiência ou pretende entrar no mercado de trabalho através do primeiro emprego, o seu primeiro emprego possui dicas que vão desde a elaboração de um currículo vencedor para o primeiro emprego até a oferta de vagas em todo Brasil, não se omitindo sobre os aspectos piscológicos desta fase de mudança de vida que vários brasileiros passam todos os dias.
As dicas contidas , contidas neste blog, poderão ajudar você a encontrar problemas que podem estar bloqueando a sua entrada no mercado, e você nem desconfiava deles, ou poderá lhe ajudar a encontrar um primeiro emprego que realmente valorize a sua capacidade e todo o esforço que você teve até hoje, e não os que são oferecidos atualmente que subestimam as suas capacidades.
domingo, 31 de julho de 2011
A importância do estágio
Caros amigos li esse artigo sobre estágio e gostaria de compartilhar com vocês...
O estágio é um processo de aprendizagem indispensável a um profissional que deseja estar preparado para enfrentar os desafios de uma carreira.
Está no estágio a oportunidade de assimilar a teoria e a prática, aprender as peculiaridades e "macetes" da profissão, conhecer a realidade do dia-a-dia, no que o acadêmico escolheu para exercer.
À medida que o acadêmico tem contato com as tarefas que o estágio lhe proporciona, começa então a assimilar tudo aquilo que tem aprendido e até mesmo aquilo que ainda vai aprender teoricamente.
Sabemos que pedagogicamente o aprendizado é muito mais eficaz quando é adquirido por meio da experiência. Temos muito mais retenção ao aprendemos na prática do que ao que aprendemos lendo ou ouvindo. O que fazemos diariamente e com freqüência é absorvido com muito mais eficiência.
É comum ao estagiário lembrar do que realizou durante o estágio enquanto assiste às aulas e do que aprendeu em sala enquanto está exercendo atividades no estágio.
Aos que já estagiaram são indiscutíveis os benefícios e vantagens desta experiência. As aulas em sala de aula ensinam conceitos e teorias que são necessárias aos futuros profissionais. A vivência do trabalho permite assimilar vários elementos que foram ensinados teoricamente.
É possível distinguir aquilo que precisamos aprender e nos aperfeiçoar. Torna-se possível identificar deficiências e falhas, onde o estágio é o momento mais apropriado para extrair benefícios dos erros. Será também possível auferir a qualidade do ensino que temos conforme as dificuldades que enfrentamos.
Algumas precauções são necessárias ao estudante que está a procura do estágio.
Em virtude da ânsia de muitos acadêmicos que já entenderam a necessidade do estágio, da obrigatoriedade de determinadas horas exigidas pelo MEC ou pela instituição, bem como da isenção de impostos para empresa que contrata em regime de estágio (sem vínculo empregatício), alguns empregadores oferecem vagas intituladas de estágio, mas na verdade não o são. Há interesse em contratar mão-de-obra barata, sem vínculo empregatício e garantir menor folha de pagamento e despesas com impostos.
Algumas empresas chegam a contratar estudantes como estagiários e colocá-los a exercerem função de telemarketing, vendendo produtos ou serviços, ou até operadores de cobrança. Em simples análise é possível identificar que esta prática nada tem a ver com a proposta do estágio que é proporcionar ensino e capacitação profissional direcionada. Quando o estágio não proporciona aprendizado, simplesmente, perde a razão de ser.
Uma outra prática que aparentemente não é prejudicial, mas que desvia o propósito contratual entre acadêmico e empresa, é o costume de alguns profissionais que compõem o quadro da empresa e não tem consciência, ou não querem ter, sobre a importância deste momento para o estudante e confundem o estudante como "quebra galho" e agente de favores pessoais, ou seja, transformam o estudante em office-boy de luxo e chegam a pedir para que o estagiário compre lanches ou pague contas pessoais em banco.
Outra dificuldade que o estagiário enfrenta é o valor da bolsa auxílio comparado ao valor da mensalidade do curso.
Quando o estudante decide procurar um estágio tem que ter em mente que não deve procurar um salário, pois este não é o objetivo principal. Em contra-partida, se tiver uma boa bolsa-auxílio, terá mais facilidade em pagar as altas mensalidades e ainda ter algumas comodidades financeiras.
A realidade não é igual para todos, pois variam as condições econômicas e familiares de cada caso, ou até mesmo se o estudante possui bolsa na faculdade isentado-o de custas.
Uma vez conseguido um estágio, vencidas as dificuldades e tendo-se condições de estagiar, deve-se abraçar a oportunidade, como oportunidade única, pois não faria sentido freqüentar um estágio se não houvesse comprometimento, responsabilidade, determinação e expectativa quanto a uma eventual efetivação.
Também seria desperdício de tempo e energia, sofrer o desgaste do estágio somado ao desgaste do curso, se não houvesse interesse firme em aprender e preparar-se para a profissão.
Enfim, um bom estagiário deve ter um bom estágio e ambos devem ser produtivos e capazes de formar um profissional pronto a enfrentar os desafios da profissão e gerar boas expectativas de sucesso.
A reciprocidade verdadeira entre acadêmico e empresa e o desenvolvimento profissional e estudantil garantem sucesso, desenvolvimento e realização para ambas as partes.
Prestemos mais atenção e cuidado com uma fase tão importante para o crescimento de nossos futuros profissionais e de nossas empresas.
Autor:
Adriano Martins Pinheiro
Atuante em escritório de Advocacia em São Paulo - Capital; colunista de diversos sites, jornais e revistas locais. adrianopinheiro.direito@hotmail.com / http://twitter.com/AdvPinheiro
O estágio é um processo de aprendizagem indispensável a um profissional que deseja estar preparado para enfrentar os desafios de uma carreira.
Está no estágio a oportunidade de assimilar a teoria e a prática, aprender as peculiaridades e "macetes" da profissão, conhecer a realidade do dia-a-dia, no que o acadêmico escolheu para exercer.
À medida que o acadêmico tem contato com as tarefas que o estágio lhe proporciona, começa então a assimilar tudo aquilo que tem aprendido e até mesmo aquilo que ainda vai aprender teoricamente.
Sabemos que pedagogicamente o aprendizado é muito mais eficaz quando é adquirido por meio da experiência. Temos muito mais retenção ao aprendemos na prática do que ao que aprendemos lendo ou ouvindo. O que fazemos diariamente e com freqüência é absorvido com muito mais eficiência.
É comum ao estagiário lembrar do que realizou durante o estágio enquanto assiste às aulas e do que aprendeu em sala enquanto está exercendo atividades no estágio.
Aos que já estagiaram são indiscutíveis os benefícios e vantagens desta experiência. As aulas em sala de aula ensinam conceitos e teorias que são necessárias aos futuros profissionais. A vivência do trabalho permite assimilar vários elementos que foram ensinados teoricamente.
É possível distinguir aquilo que precisamos aprender e nos aperfeiçoar. Torna-se possível identificar deficiências e falhas, onde o estágio é o momento mais apropriado para extrair benefícios dos erros. Será também possível auferir a qualidade do ensino que temos conforme as dificuldades que enfrentamos.
Algumas precauções são necessárias ao estudante que está a procura do estágio.
Em virtude da ânsia de muitos acadêmicos que já entenderam a necessidade do estágio, da obrigatoriedade de determinadas horas exigidas pelo MEC ou pela instituição, bem como da isenção de impostos para empresa que contrata em regime de estágio (sem vínculo empregatício), alguns empregadores oferecem vagas intituladas de estágio, mas na verdade não o são. Há interesse em contratar mão-de-obra barata, sem vínculo empregatício e garantir menor folha de pagamento e despesas com impostos.
Algumas empresas chegam a contratar estudantes como estagiários e colocá-los a exercerem função de telemarketing, vendendo produtos ou serviços, ou até operadores de cobrança. Em simples análise é possível identificar que esta prática nada tem a ver com a proposta do estágio que é proporcionar ensino e capacitação profissional direcionada. Quando o estágio não proporciona aprendizado, simplesmente, perde a razão de ser.
Uma outra prática que aparentemente não é prejudicial, mas que desvia o propósito contratual entre acadêmico e empresa, é o costume de alguns profissionais que compõem o quadro da empresa e não tem consciência, ou não querem ter, sobre a importância deste momento para o estudante e confundem o estudante como "quebra galho" e agente de favores pessoais, ou seja, transformam o estudante em office-boy de luxo e chegam a pedir para que o estagiário compre lanches ou pague contas pessoais em banco.
Outra dificuldade que o estagiário enfrenta é o valor da bolsa auxílio comparado ao valor da mensalidade do curso.
Quando o estudante decide procurar um estágio tem que ter em mente que não deve procurar um salário, pois este não é o objetivo principal. Em contra-partida, se tiver uma boa bolsa-auxílio, terá mais facilidade em pagar as altas mensalidades e ainda ter algumas comodidades financeiras.
A realidade não é igual para todos, pois variam as condições econômicas e familiares de cada caso, ou até mesmo se o estudante possui bolsa na faculdade isentado-o de custas.
Uma vez conseguido um estágio, vencidas as dificuldades e tendo-se condições de estagiar, deve-se abraçar a oportunidade, como oportunidade única, pois não faria sentido freqüentar um estágio se não houvesse comprometimento, responsabilidade, determinação e expectativa quanto a uma eventual efetivação.
Também seria desperdício de tempo e energia, sofrer o desgaste do estágio somado ao desgaste do curso, se não houvesse interesse firme em aprender e preparar-se para a profissão.
Enfim, um bom estagiário deve ter um bom estágio e ambos devem ser produtivos e capazes de formar um profissional pronto a enfrentar os desafios da profissão e gerar boas expectativas de sucesso.
A reciprocidade verdadeira entre acadêmico e empresa e o desenvolvimento profissional e estudantil garantem sucesso, desenvolvimento e realização para ambas as partes.
Prestemos mais atenção e cuidado com uma fase tão importante para o crescimento de nossos futuros profissionais e de nossas empresas.
Autor:
Adriano Martins Pinheiro
Atuante em escritório de Advocacia em São Paulo - Capital; colunista de diversos sites, jornais e revistas locais. adrianopinheiro.direito@hotmail.com / http://twitter.com/AdvPinheiro
sábado, 30 de julho de 2011
Meu salário é justo? Como avaliar um bom salário?
Ao mesmo tempo que as reivindicações são grandes por parte do funcionário que quer e pressiona para ganhar mais, por parte da empresa também há a necessidade de avaliar o rendimento do funcionário.
Todo funcionário com mais de três anos de emprego, na mesma empresa, pensa que deveria ser melhor remunerado. Por outro lado, todo empresário que percebe que um empregado faz a mesma coisa durante três longos anos pensa “Esse funcionário é bom mesmo?”. Como avaliar o salário sob a ótica da empresa e do funcionário:
Empresas
1. Fomentar os salários variáveis – já que toda empresa vive do produto que, efetivamente, o mercado está recebendo – soma do bem tangível + toda a estrutura de relacionamento que a mesma mantêm com seus clientes – nada mais justo que garantir um mínimo e envolver seus colaboradores no mesmo resultado.
2. Desenvolva campanhas de premiação – quando a empresa remunera e premia as atitudes de seus colaboradores, está criando um grande quadro de pessoas interessadas em formar uma equipe ativa.
3. Capacite líderes – invista em treinamentos para formar líderes que possam se tornar o equilíbrio emocional da sua empresa.
Funcionários
1. Pare de se lamentar.Crie, invente, ouse – quem não é visto não é ouvido, quem não é ouvido, simplesmente, não participa. Mas lembre-se que os ouvidos da empresa estarão sempre abertos para inovações, não para lamentações.
2. Proponha planos alternativos aos seus superiores – deixe a empresa saber que você se preocupa com o todo, não apenas com seu cargo, suas metas ou sua ambição.
3. Equilibre seu ambiente – saia de perto de pessoas preguiçosas e fofoqueiras – é contagioso. Nosso País é um lugar propício para oportunidades, mas poucos são capazes de percebê-las.
Todo funcionário com mais de três anos de emprego, na mesma empresa, pensa que deveria ser melhor remunerado. Por outro lado, todo empresário que percebe que um empregado faz a mesma coisa durante três longos anos pensa “Esse funcionário é bom mesmo?”. Como avaliar o salário sob a ótica da empresa e do funcionário:
Empresas
1. Fomentar os salários variáveis – já que toda empresa vive do produto que, efetivamente, o mercado está recebendo – soma do bem tangível + toda a estrutura de relacionamento que a mesma mantêm com seus clientes – nada mais justo que garantir um mínimo e envolver seus colaboradores no mesmo resultado.
2. Desenvolva campanhas de premiação – quando a empresa remunera e premia as atitudes de seus colaboradores, está criando um grande quadro de pessoas interessadas em formar uma equipe ativa.
3. Capacite líderes – invista em treinamentos para formar líderes que possam se tornar o equilíbrio emocional da sua empresa.
Funcionários
1. Pare de se lamentar.Crie, invente, ouse – quem não é visto não é ouvido, quem não é ouvido, simplesmente, não participa. Mas lembre-se que os ouvidos da empresa estarão sempre abertos para inovações, não para lamentações.
2. Proponha planos alternativos aos seus superiores – deixe a empresa saber que você se preocupa com o todo, não apenas com seu cargo, suas metas ou sua ambição.
3. Equilibre seu ambiente – saia de perto de pessoas preguiçosas e fofoqueiras – é contagioso. Nosso País é um lugar propício para oportunidades, mas poucos são capazes de percebê-las.
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