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Este é um blog que se destina a informações sobre RH, visa discutir e compartilhar situações ou duvidas da área de RH.
Vamos agregar mais valores as organizações e efetivamente torna-mos um parceiro estrátegico.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Desmotivação, crise, fofoca: como driblar os problemas do trabalho

Fofoca, desmotivação, falta de estrutura... quem nunca passou por esse e outros problemas no trabalho? Confira dicas e soluções para enfrentar as situações mais comuns no seu emprego.

O barco está afundando
De repente, começaram boatos na "rádio-corredor" de que a empresa está prestes a abrir falência. Os funcionários passam a se assustar com o atraso nos salários e com a possibilidade de perder o emprego de uma hora para outra.
A atitude
Segundo a consultora Ana Luiza Ferraz, a solução está em colocar a história em pratos limpos: "Fale com seu chefe direto e exponha, com transparência, sua preocupação. A situação pode ser uma crise temporária ou não. Diante da resposta, você precisa decidir se continua lá - opção de muitas pessoas que têm um certo grau de carinho e envolvimento com a firma - ou se busca uma nova colocação (decisão de quem não pode correr o risco de ficar sem emprego)". Independentemente disso, Túlio Arakelin, da empresa de recrutamento AGP, diz: "Mantenhase sempre atualizada na profissão. Assim, será mais fácil se recolocar."

Falta infraestrutura na companhia
Recebeu ordens da chefia para realizar uma determinada tarefa. Porém, a empresa não dispõe do material ou equipamento necessário para cumpri-la a contento.
A atitude
"A companhia pede para fotografar um evento, mas não oferece a máquina fotográfica. Sim, você até pode levar a sua", diz Ana Luiza. No entanto, a especialista alerta: deixar em suas mãos a resolução de problemas desse tipo deve ter limite. Para o consultor Rogério Leme, é preciso analisar o momento. "Se a firma não oferece estrutura porque não tem condições, seja criativa para superar a crise. Mas se a questão se resume a diminuir gastos por ganância, negocie condições mínimas de trabalho com o gestor, lembrando sempre que a empresa deve ser a maior beneficiada".

Caí na boca do povo
Seus colegas de trabalho decidiram colocá-la na berlinda e você virou vítima de fofocas. Os boatos já chegam a incomodar e até atrapalhar seu desempenho profissional.
A atitude
Primeira atitude a tomar nesse caso: identifique quem está espalhando o falatório. Tente uma conversa com essa pessoa e exponha seu incômodo. Caso a fofoca seja mentirosa, converse com os outros colegas e esclareça os fatos. "Em último caso, procure seu chefe e relate a confusão. Não é o ideal levar a questão a ele, mas sofrer e prejudicar seu aproveitamento pode ser ainda pior", diz Ana Luiza.

Não aguento mais trabalhar tanto
Você acumula cada vez mais funções e já não consegue realizar o trabalho no tempo do expediente.
A atitude
Seja sutil ao levar o problema ao gestor. Afinal, se não souber expor a situação, a queixa pode soar como preguiça. "Liste suas tarefas nos períodos antes e depois desse acúmulo, mostrando o quanto a mais está trabalhando agora. A intenção é manter a qualidade das suas funções", diz Ana Luiza. Já Rogério sugere uma autoanálise. "Será que realmente estou executando muito trabalho ou ando desmotivada, sentindo que todas as atividades ficam nas minhas costas?" Reflita!

Querem que eu me demita
A empresa não quer mais seus serviços e a pressiona para pedir as contas.
A atitude
Você não tem obrigação de tomar essa decisão nem deve se sentir pressionada a fazer isso. "Peça demissão apenas se essa for a sua vontade e mostre que conhece bem seus direitos. Agora, se a companhia quer demiti-la, claro, ela pode fazer isso", explica Ana Luiza

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Brincadeiras no ambiente de trabalho

Brincadeiras em hora inoportuna, erros em processos decisórios ou na execução de atividades e abuso de privilégios são sérias falhas que prejudicam tanto a empresa quanto o funcionário, podendo ambos terem sua imagem manchada.
Brincadeiras
Outro fator preponderante é o bom senso. É importante estar atento as suas atitudes, tomar cuidado com possíveis falhas, para aprender como evitá-las. Não é o fim do mundo errar, o grande problema começa no nosso enfrentamento do erro. Erros sempre ocorrerão, por mais cuidado que se tome.
O importante é definir um modo de enfrentamento da situação adversa, para que se possa corrigir da melhor maneira o erro, amenizar os danos e aprender com eles, para não cometê-los mais.

Não é Proibido Errar

Sucesso e insucesso andam juntos. Para gerar uma boa idéia criativa, acaba-se muitas vezes, gerando equívocos. Nos acostumamos a evitar os erros a todo custo, uma vez que nos habituamos a não nos colocar em situações que possam gerar falhas. É importante acertar em determinadas atividades, onde erros não são permitidos, como na construção de uma ponte por exemplo, mas por outro lado, ao nos prendermos de forma incondicional a este paradigma estamos contornando a fase germinativa do processo de criação nos tornando incapazes de ver de forma crítica as normas e procedimentos usados para gerar as respostas.
Errar
Os erros na fase germinativa devem ocorrer e não devem ser vistos de forma negativa, ao contrario devem ser usados como apoio para novas idéias ou deles devem ser extraídas informações relativas às diretrizes a serem tomadas. Um feedback negativo pode ser importante para uma mudança de rumo visando algo mais pratico e funcional. Caso não houvesse um erro, continuaríamos sempre caminhando na mesma direção, sem crescimento e aprimoramento. Precisamos aprender com os erros.
É importante errar. Se estamos sempre fazendo algo com o qual estamos totalmente habituados, nossa taxa de erro será pequena, porém estaremos errando pouco sempre “no mesmo”. Um inovador tem maiores chances de errar, pois está sempre na vanguarda, trabalhando em algo desconhecido.
Como Fazemos
Para finalizar a idéia, temos o exemplo da natureza. Não fossem as mutações genéticas (erros de reprodução dos genes) provavelmente não estaríamos aqui.

Produzir Brincando

O prazer é uma das motivações mais poderosas que existe, quem tem prazer de desempenhar suas atividades é capaz de se dedicar e criar mais. A brincadeira gera prazer e está intimamente ligada ao aprendizado. Um ambiente de trabalho divertido acaba sendo muito mais produtivo do que um ambiente rotineiro.
É interessante destacar o mandamento de Laroff: “Ser sério não é tão importante quanto levar a sério as coisas importantes”.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

As vantagens e desvantagens de ser mulher no trabalho

Que a mulher tem um modo peculiar de fazer as coisas, ninguém discute. Que as empresas estão em busca de suas habilidades, também é fato. Mas será que esses talentos, sozinhos, garantem uma trajetória de sucesso? Veja a seguir
   
Talento de malabarista
A capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo sem deixar a peteca cair é uma das características femininas que o mercado mais persegue. Em uma simples viagem aérea, você comprova essa habilidade. Seja no escritório, seja na fábrica ou atrás do balcão, versatilidade vale ouro.
Onde mora o perigo: o risco é cair na tentação de dar um passo maior do que as pernas. Outro risco é entrar para a estatística das vítimas de stress.

Direto ao ponto
Mulher detesta perder tempo. Prática como ela só, amaldiçoa discussões longas e improdutivas. Já os homens esticam uma reunião e saem da sala com uma lista de coisas para fazer.
Onde mora o perigo: tudo bem que você seja prática e objetiva, rápida no gatilho para tomar decisões. Mas muito cuidado para não confiar demais no próprio taco, a ponto de achar que é a dona da verdade.

Olho para detalhes
O cérebro masculino se interessa menos por detalhes e é mais propenso a movimentos físicos maiores. Em territórios tradicionalmente masculinos, como a construção civil, mulheres que tiram partido desse dom se destacam.
Onde mora o perigo: o desafio é treinar a tolerância e não se deixar levar pela busca de padrões inatingíveis.

O precioso sexto sentido
A intuição já não é encarada como mera esquisitice. Na prática, significa, entre outras coisas, que a mulher percebe quando o clima está pesado antes que alguém se manifeste. E monitora, com mais facilidade, o bem-estar da equipe.
Onde mora o perigo: o problema começa quando a chefe deixa de ser compreensiva para se tornar condescendente, a ponto de permitir que assuntos domésticos se confundam com a rotina do trabalho.
   

O que acontece quando a sensibilidade é posta de lado
A consultora Stefi Maerker já viu muita executiva de primeiro escalão riscar do dicionário palavras como sensibilidade e intuição. "Elas batalham tanto para chegar lá que se tornam agressivas para se proteger. Não é por acaso que muitas secretárias não gostam de trabalhar para outras mulheres." A tendência, porém, é que esses recursos se tornem dispensáveis. Palavra de Max Gehringer: "As mulheres ainda vão criar e aperfeiçoar o estilo feminino de gerenciar. Quando acontecer, muita gente vai se perguntar: 'Será que os homens, agora, terão de se tornar mais femininos?'"

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Como se sentir satisfeita com o trabalho

Às vezes você sente vontade de largar tudo o que faz e fugir para uma praia, uma casa no campo, qualquer lugar, desde que muito distante do escritório. Quando esse tipo de sentimento se torna regra, é inútil fingir que as coisas vão bem e simplesmente tocar o barco em nome da sobrevivência. "Passar um terço do dia com a sensação de estar cumprindo uma pena é perda de tempo, de energia e, principalmente, de saúde", garante a psicóloga Ana Maria Rossi.
Qual seria a solução? Abandonar tudo e viver feliz sem dinheiro no bolso até encontrar o emprego dos sonhos? Não! Principalmente porque seu emprego - esse mesmo, que parece tão chato e incapaz de motivá-la - merece uma chance. Essa tese é defendida enfaticamente pelas americanas Beverly Kaye e Sharon Jordan-Evans, no livro Eu Amo Meu Trabalho - Como Fazer Isso Ser Verdade (Elsevier). Elas concordam que a felicidade profissional começa com a escolha certa da área para atuar, baseada em seus gostos pessoais. Mas, a partir daí, entram em jogo outros fatores decisivos, como criatividade e autoconhecimento. A primeira pergunta a fazer é: "O que consegue disparar seu coração no trabalho?"
Nem sempre a resposta está relacionada ao conteúdo das atividades. Há pessoas movidas a desafios; outras que só precisam de uma manifestação clara de reconhecimento; as que definham quando trabalham isoladamente; entre outras. Como raramente o superior tem sensibilidade para detectar o que motiva cada um dos subordinados, não vale a pena esperar por ele. É você mesma que deve assumir o controle da situação e abrir bem os olhos para encontrar as formas de regar essa possível história de amor com seu trabalho. "Alguns aspectos que nos desagradam envolvem chefes, colegas e subordinados, e isso muitas vezes não dá para mudar", comenta José Carlos Figueiredo, autor do livro Como Anda a Sua Carreira (Infinito). "Já a nossa postura profissional e pessoal pode sempre sofrer ajustes, e alguns deles fazem milagres. Ser positivo, por exemplo, é um bom começo."
Em seguida, experimente envolver-se mais. Nem que para isso você precise ousar um pouco e propor algo novo, como uma mudança de área. Gostaria de liderar uma equipe? Então, prepare o terreno para alcançar o que deseja. Procure fazer cursos, mostre que é capaz e que será mais útil nessa posição. "Para se motivar, nada como estudar os caminhos de crescimento", afirma Figueiredo. "Depois, é correr atrás deles e sempre comemorar cada vitória."
Leve em conta, ainda, a possibilidade de que a desmotivação seja consequência do cansaço e da tensão. "Alimentar-se mal, dormir poucas horas por noite e viver estressado é meio caminho para perder a satisfação com tudo, inclusive com o trabalho", garante Ana. Se, mesmo adotando as atitudes propostas, você continuar insatisfeita no trabalho, talvez seja hora de pensar seriamente em mudar de emprego. "Mas faça isso com calma, medindo sempre custos e benefícios", alerta José Carlos. Você precisa ter certeza de que a nova oportunidade que bate à sua porta vai realmente satisfazê-la, porque o verdadeiro sucesso de uma carreira é amar o que se faz.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Como evitar o desânimo no trabalho

Aprenda a identificar as causas da sua insatisfação com o trabalho e saiba o que fazer para virar o jogo

Uma pesquisa feita com mil profissionais atesta: 30% das pessoas está infeliz em relação ao emprego. A avaliação mostra também que apenas 13,5% das pessoas têm um objetivo claro na carreira. Para sair do time dos desanimados, siga as orientações da coach Jaqueline Weigel, idealizadora do estudo.

· Faça uma lista de todas as suas insatisfações - e tenha certeza de que não está levando lamúrias da vida pessoal para o trabalho.

· Tenha um plano para a carreira. Estabeleça objetivos que pretende alcançar e vá atrás deles. Afinal, não ter algo a perseguir causa infelicidade.

· Se tiver conflitos com o chefe ou os colegas, não deixe passar. Procure-os para uma boa conversa, pois, nesses casos, botar panos quentes só piora.

· Sente que não tem oportunidades na empresa? Primeiro, peça uma conversa com seu chefe. Caso não resolva, a alternativa é buscar outra posição: pode ser que o emprego atual não tenha o que busca.

· Comece as mudanças dentro de si mesma. Uma boa autoanálise ajuda a identificar onde o desânimo com a carreira teve início e indica possíveis soluções. Pense em alternativas que a deixariam mais feliz: pode ser fazer um curso, mudar de área...

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Como se comportar diante de uma bronca do chefe

A maioria das mulheres não consegue conter as emoções. Muitas vezes, no trabalho, é só o chefe falar mais firme que as lágrimas já começam a rolar. Se você já passou por esta situação, confira o conselho do especialista Murray Oxman, autor do livro Guia Rápido para Lidar com Pessoas Difíceis, Ed. Gente:
"Você já chorou diante do chefe?  Você sempre chora quando alguém fala firme com você? Que modo horrível de viver é esse, reagindo simplesmente ao tom de voz ou à expressão facial de alguém? A verdadeira solução para esse problema é você assumir que se trata, de fato, de um problema interno. Verifique como se livrar disso. Você verá que tudo não passa de uma reação mecânica. Explico: talvez, na sua infância, alguma figura de autoridade tenha falado com você usando determinado tom de voz e, provavelmente, sua reação foi a de choro. E isso permanece até hoje. Chamamos atitudes assim de condicionamento. Como mudar? Da próxima vez que isso acontecer, apenas observe o que você está sentindo, tolerando a sensação de desconforto que a situação lhe trouxer. Segure o choro e aprenda a lidar com esse desconforto. Isso é uma das coisas da vida que só se aprende fazendo. Ok?"
Lembre-se: nem sempre é fácil controlar os sentimentos no momento de atenção. A próxima vez que você levar uma bronca, antes de explodir, experimente respirar fundo. As broncas também servem para você ficar mais esperta e mudar o seu comportamento. Mostrar equilíbrio certamente contribuirá para alavancar a sua carreira

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Confira 10 erros que podem comprometer sua relação com o chefe

Mentir
"Quando o funcionário mente, o risco do chefe descobrir pode ser fatal. Atitudes como esta geram quebra de confiança. Além disso, a mentira é sinal de falta de profissionalismo. Falar que vai fazer alguma coisa e fazer o contrário ou mesmo dizer que vai a algum lugar e ir para outro, são mentiras que mancham a imagem tornando-a irrecuperável. A depender da gravidade da mentira isso pode até gerar demissão".
Augusto Costa, Diretor Geral da Manpower - Soluções em Recursos Humanos.
Deixar de emitir opinião
"Opiniões que agreguem valor ao que está sendo discutido são importantes para a construção de idéias bem-sucedidas. ? preciso, porém, saber o momento certo de emitir uma opinião ou discordar do que o chefe fala. Ao mesmo tempo em que é importante expor seu ponto de vista, deve-se analisar o momento certo de argumentar. Em alguns casos, pode ser mais útil pedir um horário individual para emitir sua opinião ao chefe. Habilidade para falar e sensibilidade para acertar o momento são importantes".
Fernando Figueiredo, vice-presidente da Basf.
Esquecer dos limites
"O funcionário precisa saber que há limites no relacionamento com o chefe e que esse limite não deve ser ultrapassado com comentários excessivos ou brincadeiras de mau gosto. Alguns chefes dão abertura para uma relação mais próxima, mas saber até que ponto ir é fundamental para o funcionário. O chefe pode ser próximo, acessível e conversar com todos, mas ele ainda é o chefe. Entender a relação é uma questão de postura profissional no trabalho".
Fabíola Stetter, coordenadora de seleção da Luandre Consultoria em Recursos Humanos.
Não cumprir prazos
"Prometer algo e não cumprir é sinal de desorganização e desrespeito com os colegas e com o chefe. Tal comportamento também revela falta de comprometimento do funcionário com o trabalho. Se você marcou um compromisso, cumpra. Caso não seja possível entregar uma tarefa no prazo tente negociá-lo com antecedência e não deixe nada para a última hora".
Benedito Rodrigues Pontes, coordenador e professor do curso de pós-graduação em Recursos Humanos da FAAP (Faculdade Armando álvares Penteado).
Aceitar tudo sem questionar
"Aceitar tudo o que é dito pelo chefe e não contestar é errado. Isso serve tanto para ações, erros de planejamento e de organização, quanto para atitudes comportamentais e de trabalho consideradas grosseiras. Muitas vezes, as ações podem gerar conseqüências negativas. 'Engolir todos os sapos' e não falar sobre algo que te ofendeu, por exemplo, é ruim para os dois lados. Quando o clima está tenso, é sinal de que daí para frente a conversa deixará de ser produtiva, portanto, aguarde o momento adequado para falar o que pensa. Isso mostra maturidade e contribui para o crescimento profissional tanto do chefe como do subordinado".
Luciene Villa Maia, professora de Psicologia da Uniube (Universidade de Uberaba) e consultora de Recursos Humanos.
Ser pessimista
"O funcionário que não enxerga as oportunidades de trabalho e o lado bom das coisas já começa um projeto sem motivação e, conseqüentemente, não terá razões para apresentar bom resultado. Quem é pessimista também tende a 'contaminar' os outros, além de colocar inúmeros empecilhos para o andamento dos projetos. Inevitavelmente, o pessimista cria um ciclo de fracasso em torno de si. Ele reclama de tudo. Logo, não receberá oportunidades do chefe que o indicará para trabalhos menos criativos. Assim, não restará alternativa a não ser continuar a reclamar do sucesso dos outros e de sua estagnação".
Danilo Castro, gerente da divisão de banking e financial service e mercado financeiro da Page Personnel, unidade de negócios da Michãl Page.
Faltar e não avisar
"Faltar no trabalho sem avisar mancha sua imagem profissional, além de prejudicar os colegas. Caso haja trabalho a ser feito, certamente ele não ficará a esperar por você, recairá sobre um companheiro de trabalho que pode estar atribulado com as próprias tarefas. Isso significa que você deve ter responsabilidade e que vida pessoal não deve invadir a profissional. Portanto, avise seu chefe quando tiver algo para resolver no horário de expediente e evite transtornos".
Benedito Rodrigues Pontes, coordenador e professor do curso de pós-graduação em Recursos Humanos da FAAP (Faculdade Armando álvares Penteado).
Desrespeitar a hierarquia
"Hoje, as empresas são fortemente hierarquizadas. Os funcionários devem atentar para essas posições e fazer do respeito por essas regras uma atividade diária. Passar por cima e não respeitar a hierarquia são faltas graves. Os cargos existem para serem respeitados. Sem esta postura, criam-se problemas na vida profissional e o funcionário desrespeitoso acaba mal visto, pois busca informações em outros setores e com outras pessoas que não seus superiores. Se existe hierarquia, respeite-a".
Celso Luiz Dutra, superintendente de atendimento da grande São Paulo do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola).
Ser impulsivo
"Antes de negar um pedido da chefia, o funcionário deve ponderar a tarefa para qual é designado. Por mais que esteja ocupado e com uma demanda grande de trabalho, é necessário analisar as possibilidades ou alternativas para a situação, além de saber como se expressar para não ter uma atitude impulsiva e negativa. Isso vale tanto para novos projetos e produtos quanto para atividades corriqueiras. ? nessa hora que o funcionário deve mostrar que sabe negociar prazos e tarefas, no caso de resposta negativa é preciso ter embasamento na hora da explicação. Portanto, pare, pense e depois aja".
Carla Esteves, gerente de programas de estágios e trainee da Cia de Talentos.
Querer subir rápido de cargo
"O jovem normalmente quer aprender tudo de uma vez e isso leva tempo. Não adianta achar que vai captar tudo o que precisa aprender de uma hora para a outra. ? um erro grave ser novo na empresa ou na função e achar que já pode pleitear uma vaga ao lado da chefia. Conquistar um cargo de liderança faz parte de um processo de aprendizagem que deve ser respeitado. A ansiedade deve ser administrada, isso é ter maturidade profissional".
Celso Luiz Dutra, superintendente de atendimento da grande São Paulo do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola).