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Este é um blog que se destina a informações sobre RH, visa discutir e compartilhar situações ou duvidas da área de RH.
Vamos agregar mais valores as organizações e efetivamente torna-mos um parceiro estrátegico.

domingo, 7 de agosto de 2011

Bom humor no trabalho

 




"O bom humor é um dos melhores artigos de vestuário que se deve usar em sociedade.”
( William Makepeace Thackeray)

Quem suporta trabalhar em um ambiente, onde as pessoas vivem de mau humor, entediadas e sem motivação?
Na busca por ambientes de trabalho mais harmônicos, as empresas estão, cada vez mais, procurando contratar profissionais capacitados e de bem com a vida.
É cientificamente comprovado que o bom humor pode trazer inúmeros benefícios para nossas relações de trabalho e familiares, pois, diminui a fadiga, une a equipe, aumenta a produtividade e abranda o estresse. Estimula a produção das substâncias responsáveis pela sensação de prazer, além disso, ainda propicia maior fluência de idéias e decisões mais criativas e nos dá mais disposição para encarar os desafios diários.
Na rotina diária das pessoas, é difícil manter o bom humor, já que existe a necessidade de ter que enfrentar o trânsito para fazer visitas, participar de reuniões desgastantes, ter que mostrar resultados positivos devido a grande concorrência do mercado e muito mais fatores estressantes que tiram o bom humor das pessoas, tornando-se cada vez mais necessário, manter o autocontrole emocional e melhorar sua autoestima para obter bons resultados e aperfeiçoar seu desempenho profissional.
Os líderes que possuem bom humor, conseguem manter um ambiente descontraído e assim se fortalecem perante sua equipe e exercem uma liderança mais eficaz, além disso, o bom humor pode ser usado para resolver e diminuir conflitos existentes no ambiente de trabalho, além de motivar os funcionários.
Quando se passa uma mensagem com humor, ela é recebida mais amistosamente, e tem o poder de desviar a atenção do conflito e mudar a maneira como ele é interpretado. Porém, é preciso saber dosar o uso das brincadeiras, e existem momentos em que o humor deve ser deixado de lado e usar a seriedade.
Muitas vezes desistimos de nossos objetivos por considerarmos só as dificuldades encontradas, mas se olharmos com bons olhos e positivamente, o que parece ser algo muito difícil pode ser tido como um novo desafio e quando finalizado só nos trará prazer por termos superado as dificuldades encontradas.
Por vezes, um comentário inteligente, assim como uma boa piada caem como uma luva, no momento certo. Precisamos, no entanto, ter alguns cuidados para saber exatamente que momentos são esses, especialmente no ambiente de trabalho, esse cuidado deve ser redobrado.
É preciso ter cuidado para não nos tornarmos pessoas chatas ao invés de bem humorada, e não confundir bom humor com falta de bom senso. Temos que saber quando e com quem brincar, analisar se o conteúdo da brincadeira não é algo preconceituoso, e se as piadas não envolvem opções sexuais, doenças, mulheres, negros, religiões ou diferenças culturais, por ser de péssimo gosto.
Assim sendo, encare a vida com bom humor. Desta forma você só tem a ganhar e como diria Charles Chaplin: "Através do humor nós vemos no que parece racional, o irracional; no que parece importante, o insignificante. Ele também desperta o nosso sentido de sobrevivência e preserva a nossa saúde mental."

sábado, 6 de agosto de 2011

Como controlar as suas emoções no trabalho:


Por mais que uma pessoa tenha uma vida pessoal considerada estável, isso não irá isentá-la de em determinado momento vivenciar problemas. Evidentemente que há quem enfrente situações mais delicadas do que outras, mas sempre surgirá um fato que faça o indivíduo sentir-se mais frágil e passível de ter suas emoções à flor da pele. Isso pode ocorrer em virtude de questões relacionadas à saúde, desentendimento com familiares, desequilíbrio nas finanças, uma paixão não correspondida, enfim, são inúmeros fatores fazem a pessoa ter aquele dia que a remete pensar: "Era melhor ter ficado em casa". Contudo, isso não resolverá problemática alguma e, afinal, todos precisam cumprir com as suas responsabilidades, inclusive no trabalho.
Quando, por exemplo, um profissional chega à empresa sobrecarregado pelas questões pessoais, nem sempre ele consegue administrar bem suas emoções e ao mínimo contato com o colega de trabalho, usa aquele momento como "cano de escape" para aliviar suas tensões. Isso pode tornar-se razão para que se crie um distanciamento momentâneo entre as pessoas ou, então, inicie-se uma discussão que pode levar apenas alguns minutos ou ganhar, lamentavelmente, proporções mais sérias. Mas, como agir diante de uma situação como a descrita? Confira a seguir algumas dicas para administrar bem suas emoções diante de um colega de trabalho descontrolado.

1 - O dia a dia faz com que as pessoas identifiquem determinadas características de personalidades de quem está próximo a elas. Isso também é extensivo nas empresas. Caso você já tenha conhecimento de que seu colega é daqueles que têm "pavio curto", não tente descobrir a todo custo o motivo que o fez chegar com aquela "cara de quem quer poucos amigos". Pode ser que ele queira ficar calado boa parte do dia. Se possível, apenas o cumprimente com um bom dia e deixe que ele próprio consiga relaxar ao longo do expediente.

2 - Caso precise falar algo relacionado com suas atividades justamente com aquele colega que não se mostra nos melhores dias, seja objetivo e profissional. Não tente dar uma de abelhudo, a menos que ele mesmo se mostre disposto a conversar um pouco para desabafar.

3 - Se a situação for inversa e seu colega precisar de você para desenvolver alguma atividade, mostre-se receptivo. Mas, não exagere na dose porque há dias em que a pessoa realmente precisa de um momento para si e quando alguém força uma conversa, ele sentirá que sua privacidade foi invadida.

4 - Rir é um ótimo remédio para afastar o mau humor. No entanto, se um dos seus pares está definitivamente "carrancudo" em determinado dia, não force uma situação para tirá-lo daquele estado através de alguma piada ou, então, sobre o resultado do jogo que ocorreu na noite passada. A receptividade diante da sua investida, talvez se torne o "pontapé" inicial para algum comentário que você nunca gostaria de ter ouvido.

5 - Se o seu colega permanecer com o comportamento tenso por mais de um dia e caso você realmente goste dele, se possível, peça alguns minutos do seu gestor para conversar sobre a visível mudança do seu par. Lembre-se de ter esse diálogo reservado, para que a privacidade do seu colega seja assegurada. Algumas vezes, a liderança está com tantas atribuições que o fato pode passar despercebido por dois ou até três dias.

6 - Ninguém merece ser "saco de pancadas" e tampouco servir de "cano de escape" para aliviar os problemas de terceiros. Se em determinado momento o seu colega de trabalho chega para você porque sentiu algum desconforto diante de uma atitude sua, mantenha uma conversa reservada com ele.

7 - Caso o conflito que se forme seja mais complicado do que o esperado, sugira que seja realizado um diálogo diante da presença do seu líder. Isso fará com que o agressor tenha tempo para esfriar a cabeça e até mesmo rever algum posicionamento impróprio que ele mesmo teve com você e até mesmo diante dos demais membros da equipe.

8 - Há situações em que uma discussão pode ocorrer e que você seja o expectador. Diante da dimensão do fato, procure acalmar as partes envolvidas e se isso não for possível, peça ajuda a outro colega de trabalho que esteja mais próximo. Não deixe que uma confusão ganhe proporções mais sérias, sem ao menos tentar algo para acalmar os ânimos.

9 - Por mais que alguém tente provocá-lo e tirá-lo do sério, proferindo palavras impróprias ou mesmo atitudes grosseiras, não entre nesse jogo e nem pense em responder com a "mesma moeda". Isso não é um ato de covardia, mas de prudência e que garantirá a você respaldo suficiente para se "defender" frente a uma agressão que partiu de algum colega de trabalho. Dizer "não" a uma briga é sinal de coragem e nunca de fraqueza.

10 - Um dos principais fatores que geram conflitos entre os membros de uma equipe é a "velha e conhecida fofoca". Aqueles rumores que rapidamente ganham espaço na sala e até nos corredores das organizações são verdadeiras armadilhas que prejudicam o clima organizacional. Por isso, quando escutar que "alguém falou algo sobre você", antes de esquentar a cabeça ou tomar qualquer atitude precipitada faça alguns questionamentos:
A) Quem fez a informação chegar até você merece sua confiança?
B) A pessoa que supostamente falo algo sobre você é acostumada a ter atitudes dessa natureza?
C) É possível manter um diálogo com a pessoa que supostamente fez comentários impróprios sobre você?
D) Existe um histórico anterior de conflitos entre você e a outra parte?

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Turnover os danos que podem ser causados...

Turnover significa a rotatividade de pessoal de uma empresa e é um excelente indicador de saúde da mesma.

Quando excessivo, indica que algo está errado na organização. É o momento de analisar o por quê dessa alta rotatividade, afinal, não podemos esquecer que os chamados funcionários são antes de tudo pessoas. Essas pessoas tem necessidades e criam vínculos dinâmicos de relacionamento com os colegas da empresa, ou mesmo com clientes e fornecedores.

Os colaboradores de uma organização detêm o conhecimento das rotinas de trabalho, o que a empresa produz ou quais serviços ela presta e, após algum tempo na mesma, esses profissionais passam a dominar essas atividades e a desempenhá-las sem maiores problemas.

Quando alguém da equipe sai, as atividades sofrem mudanças que em maior ou menor grau afetam a organização. Assim como um motor que para de funcionar caso alguma engrenagem se deteriore, a empresa também sente essa saída.

Apesar de muitas empresas acreditarem que, quando uma saída de colaborador é por sua decisão e portanto, não a afetará, isto é um engano. Qualquer saída é traumática para a organização, por mais argumentos que existam a seu favor. Basta imaginar o quanto foi gasto com treinamento dessa mão-de-obra, com a burocracia contratual, benefícios, encargos e outros gastos operacionais não tão facilmente mensuráveis, para notarmos que de uma forma ou de outra, a empresa sempre sai perdendo nesse caso. Talvez uma política de contratação mais adequada ou um processo de contratação melhor executado, ou mesmo, uma melhor definição das atribuições do cargo poderiam ter evitado esses gastos inúteis e o trauma gerado ao colaborador demitido.


RETENDO TALENTOS
Apesar de óbvio, será que as empresas realmente estão valorizando seus talentos e suprindo suas necessidades, a fim de não perdê-los para a concorrência? Será que melhores salários, treinamento adequado, concessão de benefícios e melhora do ambiente de trabalho poderão retê-los?

Para saber o que motiva um colaborador a deixar a empresa, utilize a entrevista de desligamento para isso. Questione o por quê da saída, não perca essa oportunidade de saber o que está ocorrendo.

Em se tratando de reter talentos na empresa, notamos que o treinamento sempre é fundamental. Uma prática que está se tornando comum nas grandes empresas, é o chamado e-learning, ou seja, a possibilidade de aprendizagem a distância, proporcionada pelo uso cada vez mais freqüente da internet e de intranets nas organizações. O e-learning é uma maneira rápida de permitir que uma quantidade maior de funcionários tenha acesso a treinamentos, que podem ser realizados em horários diferentes, conforme a disponibilidade de cada um, e que tem conseguido índices superiores de retenção em relação aos treinamentos tradicionais, principalmente porque o controle do aprendizado está nas mãos do próprio estudante e não nas do instrutor.

Outra técnica interessante, denominada job rotation (aplicável também para a diminuição dos conflitos), está muito em voga. Leva em consideração o fato de que se não há possibilidade de ascensão profissional vertical (promoção) de um funcionário, em vez de vê-lo sair para trabalhar na concorrência, novas possibilidades lhe são abertas quando ocorre a promoção horizontal, ocasionada pela troca de função e atribuição de novas responsabilidades, sem perda do padrão. Isso faz com que ele se torne um profissional polivalente, capaz de atuar em diversas atividades diferentes, bem como o incentiva através de novos desafios e aumento de conhecimentos, obtidos na organização. No mundo de hoje, ele será um profissional mais valioso do que se for apenas especialista em uma coisa. Para a empresa, além de manter um bom funcionário em seus quadros, também estará formando um possível futuro ocupante de cargos de chefia.

Creiam-me, se um funcionário puder, ele preferirá crescer dentro da própria empresa em que trabalha e possui o círculo de amizades, a mudar para outra que é uma incógnita. Vivenciei muito disso em meus anos de trabalho.


NOVAS COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS
Nos dias atuais, os profissionais não podem mais comportar-se como antigamente, sob pena de tornarem-se obsoletos. E para adaptarem-se ao esquema da Produção Flexível (baseado no aumento da produtividade e flexibilidade do trabalhador e das empresas), devem se esforçar para desenvolver as novas competências que os tempos atuais exigem.

Segundo a Profª Ana Beatriz Carvalho, da FGV Management, essas competências abordam essencialmente:
- Iniciativa e capacidade de julgamento e liderança.
- Uma atenção maior aos detalhes, manutenção de raciocínio crítico e criativo.
- Um aumento na autoconfiança, segurança e persistência.
- Espírito de colaboração.
- Um compromisso e envolvimento maior com a organização, bem como manter atitudes pró-ativas em relação aos valores da empresa.
- Aprimoramento do conhecimento técnico.
- Preocupar-se com o desenvolvimento das pessoas.
- Estimular a comunicação.
- Manter sempre o foco no cliente.
- Orientação contínua para o aprendizado, produtividade e busca por resultados.
- Busca contínua pela qualidade.

Essas competências podem ser adquiridas no dia-a-dia, através das atividades desempenhadas e por meio de treinamentos e devem ser sempre exercidas de forma ética.

Por sua vez, a empresa deve incentivá-las, permitindo sua aplicação sem entraves de qualquer tipo. A retenção de talentos e o incentivo à obtenção por parte dos colaboradores de novas competências profissionais, gera benefícios mútuos e duradouros.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Porque investir em Treinmento e Desenvolvimento de Pessoas?





Produtividade, excelência no atendimento ao cliente, superação de metas, resiliência, criatividade e muitos outros ingredientes são requeridos para que as organizações sobrevivam e se perpetuem. Estes são os grandes desafios mundiais das empresas no momento atual. E para obter-se estes resultados entra em cena a peça-chave desta engrenagem - o ser humano.

Mesmo diante desta realidade, nos deparamos frequentemente com afirmações de que as empresas não estão investindo como deveriam no desenvolvimento das pessoas que integram o ambiente produtivo.

Muitos alegam que os investimentos têm sido priorizados para aquisições de acervos tecnológicos ou para outras alocações voltadas aos "negócios da empresa". E desta forma, assistimos mais e mais processos tecnológicos se instalando e sendo o centro das atenções nos ambientes organizacionais.

Tudo isso requer mudanças profundas e urgentes nas formas de ver "o negócio da empresa". Onde está o ser humano - o colaborador, neste processo?



No contexto atual, estamos cada vez mais alicerçados pelos avançados processos tecnológicos, compostos por equipamentos de ultima geração, matéria-prima de alta qualidade, etc. Só que o fator humano é mais decisivo na medida em que esses componentes dependem da ação humana.

Vemos ainda, a atitude de muitos profissionais investindo pessoalmente no autodesenvolvimento, financiando seus próprios programas de aperfeiçoamento, uma vez que a empresa está alheia a esta necessidade.

Esta prática não deixa de ser válida, considerando-se a necessidade de desenvolvimento da empregabilidade do profissional. Mas, o que observamos, é que os planos de desenvolvimento deixados sob a responsabilidade do próprio colaborador, na maioria das vezes, tendem a inclinar-se para objetivos pessoais, sem considerar as perspectivas da empresa. Quando coincidem com os propósitos organizacionais, é algo salutar, caso contrário, colaborador e empresa seguirão em caminhos opostos.

Devemos nos lembrar que passamos por uma grande revolução industrial há mais de trinta anos, onde, o homem era parte integrante do processo mecanicista. Precisamos ter plena consciência de que é necessária a integração do homem em todo e qualquer processo de aprendizagem, não somente àquele voltado a aspectos tecnológicos. As organizações precisam ser o agente de desenvolvimento e integração dos seus colaboradores através da assertividade no desenvolvimento de políticas de treinamento e desenvolvimento.

É necessário instituir na organização programas que desenvolvam as pessoas em sua plenitude, orientando-as e educando-as, visando o estímulo e o desenvolvimento de suas habilidades comportamentais e competências técnicas.

Para isso, é necessária a sistematização dos processos de treinamento e desenvolvimento de pessoas na organização, onde o foco principal seja a abrangência e continuidade.

A realização de programas de capacitação de forma segmentada e esporádica não conduz e não condiz com o caminho de desenvolvimento do ser humano e por extensão da organização.

Fonte: site administradores

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

É bom ser funcionário público?

Pessoa achei esse artigo no http://www.efetividade.blog.br/2010/04/21/e-bom-ser-funcionario-publico/
gostei e estou postando para vocês...

Todo mundo adora criticar servidores públicos, não trabalham ou trabalham pouco, ganham bem, têm estabilidade e outras regalias.

Já dos órgãos públicos falam que o atendimento é péssimo, moroso, existem níveis e mais níveis hierárquicos, ninguém resolve nada, há nepotismo e mais algumas coisas que não me lembro agora.

O que é verdade disso tudo?

Comecemos com a mais pura verdade. Todo mundo deseja ser funcionário público. Nunca ouvi ninguém falar que deseja se tornar servidor para mudar a situação atual, muito pelo contrário, desejam ser servidores públicos para aproveitar das vantagens. Aí está o primeiro problema, o cara já começa pensando errado, é um preguiçoso e acha que sendo servidor público fica mais fácil ser preguiçoso e parecer eficiente.

Agora vamos falar da estrutura dos órgãos públicos. Alguns são magníficos, têm até máquina de café expresso, móveis e computadores de primeira qualidade, quadros para decorar as paredes e mais um monte de objetos que deixam o ambiente mais agradável.


Mas esta é a realidade?

É claro que não. A grande maioria dos setores públicos tem falta de computadores, possuem móveis sucateados, cadeiras nada ergonômicas e ambientes insalubres. Fora a falta de pessoal.

É num ambiente assim que eu trabalho e querem que sejamos produtivos e eficazes.

Também não ganho tão bem quanto vocês pensam. Quem ganha bem são os políticos e algumas poucas classes de servidores. O restante ganha pouco ou razoável.

Outra reclamação que ouço bastante é que servidores públicos são pouco qualificados. Concordo. Em geral, a geração mais velha. Os novos são bem qualificados, até mesmo porque qualificação é exigência de muitos concursos.

Todo mundo fala que o atendimento é péssimo. Mas onde existe um bom atendimento? A melhora da qualidade no atendimento é uma necessidade das organizações brasileiras, sejam elas públicas ou privadas. No setor público, muitas vezes, o atendimento é realizado por estagiários pouco motivados e despreparados. O ideal seria um servidor ser o responsável por atender o cliente, mas, por falta de pessoal e por ser um serviço que ninguém gosta, afinal o “cliente” já vem com duas pedras na mão achando que o problema do Brasil é culpa do funcionário público, acaba sobrando para o coitado do estagiário.


E a lentidão dos processos. Isso não tem jeito. A lei é uma @#$%&* e &*%$#$ com tudo. Exigem-se carimbos e mais carimbos, há instancias e mais instancias. Fora os recursos sem fim. Aí fica tudo muito lento mesmo.

A hierarquia excessiva e o nepotismo é outra complicação. Os cargos de chefia são cargos de confiança e muitas vezes, quase sempre, o chefe é alguém com menos experiência e qualificação que seus liderados. Aí a confusão está armada.

Outro problema que acontece é a complacência com o erro. As críticas sempre são vistas como ruins. Muitos são imaturos e não querem aprender, como são estáveis no cargo reclamar é criar inimizades e não obter soluções. Outro problema é a falta de descontos no salário por faltas e atrasos, na teoria deveria acontecer, mas na prática raramente acontece. O servidor que não tem responsabilidade e respeito ao cliente (cidadão) chega atrasado, falta sem motivo e sabe que nada irá acontecer.

Ainda existe mais um problema. Ninguém quer largar o osso. O poder é maravilhoso. Quando alguém chega a um cargo de chefia ele não quer mais sair de lá, mesmo depois de 25 anos fazendo a mesma coisa e obtendo os mesmos resultados. E mais, quando um servidor novo, com toda energia, vontade e proatividade sugere melhorias, é obrigado a ouvir: É feito assim há mais de 20 anos, para que você vai querer mudar o que está dando certo?


Agora respondendo a pergunta proposta como título, eu digo que sim, é muito bom ser funcionário público. Não é tudo que a grande maioria das pessoas pensa, mas é bom. Os motivos? Diria que são dois: salário e estabilidade.

Para encerrar falo do lado ruim em ser servidor público. Em minha opinião e com a visão do local de minha locação eu digo que o ruim é: ambiente insalubre, móveis inadequados, computadores sucateados, falta de dinheiro, leis e portarias que travam o bom andamento do setor, chefes qualificados em áreas diferentes da que atuam e com pouca experiência prática, falta de uma política motivacional, servidores subaproveitados e alguns, não poucos, sem vontade alguma de ser efetivo.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Demitindo um funcionário...


A demissão de um funcionário, não importa por qual motivo, nunca é fácil. Sempre é difícil, tensa e triste. Já tive que demitir funcionários algumas vezes e posso dizer que aprendi.
Existem basicamente quatro motivos que levam uma organização a dispensar um funcionário: corte de despesas e reestruturação organizacional, o que os administradores costumam chamar de downsizing; por valores do funcionário desalinhados aos valores organizacionais (aqui o erro aconteceu na contratação que não percebeu isso); por falta de competência técnica ou interpessoal ou por falta de comprometimento. Às vezes por mais de um deles somados.

Como escrevi acima, demitir sempre é difícil. Mas listei os 4 motivos por ordem de dificuldade na ação de demitir.

A primeira vez que demite alguém foi numa sexta-feira, grande erro. Provavelmente acabei com o final de semana do ex-funcionário e confesso que com o meu também. Fiquei mal.

Ao demitir escolha o período da manhã, de preferência logo no início do expediente, e os primeiro dias da semana. Não deixe para sexta-feira.

Seja rápido e direto, não enrole. Comece logo a conversa dizendo o que tem que ser dito. Diga, dê alguns segundos para o funcionário assimilar o que foi dito, explique os motivos da demissão, pergunte se ele tem perguntas a fazer, responda as perguntas e ponto final, acabou a conversa. O processo todo leva apenas 5, 10 minutos no máximo.

As reações são diversas: alguns choram, alguns agradecem, alguns ficam mudos, alguns xingam ou lhe ameaçam, em resumo, tudo pode acontecer.

Não discuta a situação, você está ali para demitir e não para debater. Saia da sala e diga que o ex-funcionário poderá ficar ali o tempo necessário para se recompor e que em seguida deve pegar seus objetivos pessoais, se despedir de colegas, se assim desejar, e passar no RH, seja no mesmo dia ou no dia seguinte se preferir.

Ao explicar os motivos da demissão, caso seja por incompetência técnica ou falta de comprometimento, deixe isso bem claro ao ex-funcionário. Tentar tornar este momento menos doloroso em nada o ajudará. Este será um bom momento para ele refletir o que precisa mudar em suas atitudes e no que precisa se aperfeiçoar para manter sua empregabilide em alta. Caso o motivo seja o downsizing ou valores desalinhados com a organização, se prontifique a redigir uma carta de recomendação.

O ideal é que o funcionário a ser demitido não seja pego de total surpresa. Reuniões avaliando o seu fraco desempenho ou falta de compromisso organizacional devem ocorrer meses antes da demissão numa tentativa de se evitá-la.

Demitir alguém é o último dos últimos recursos.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Primeiro Emprego

Preparado para o seu primeiro emprego?

Muitos estudantes ou recém-formados costumam reclamar com frequência que não existem empregos de qualidade para pessoas sem experiência, do outro lado os selecionadores das vagas existentes dizem que existem vagas porém os candidatos não possuem as qualidades necessárias para que seja possível a contratação destes para o primeiro emprego. Quando as características diferenciadas não são encontradas pelos avaliadores a falta de experiência se torna um fator de importância e este é decisivo para a contratação de jovens para o primeiro emprego. Embora muitos destes possuam uma faculdade ou estejam cursando uma, este quase que uma obrigação no mercado de trabalho atual não compensa a falta de outras iniciativas avaliadas.
Este blog tem o objetivo de ajudar você com a conquista do primeiro emprego, a entrada definitiva para o mercado de trabalho e uma carreira de sucesso. Não importa se você é um estudante procurando custear seus estudos, se você busca um estágio para ganhar experiência ou pretende entrar no mercado de trabalho através do primeiro emprego, o seu primeiro emprego possui dicas que vão desde a elaboração de um currículo vencedor para o primeiro emprego até a oferta de vagas em todo Brasil, não se omitindo sobre os aspectos piscológicos desta fase de mudança de vida que vários brasileiros passam todos os dias.
As dicas contidas , contidas neste blog, poderão ajudar você a encontrar problemas que podem estar bloqueando a sua entrada no mercado, e você nem desconfiava deles, ou poderá lhe ajudar a encontrar um primeiro emprego que realmente valorize a sua capacidade e todo o esforço que você teve até hoje, e não os que são oferecidos atualmente que subestimam as suas capacidades.